Blade Trinity (Idem; EUA-2004)

Elenco: Wesley Snipes (Blade), Kris Kristofferson (Abraham Whistler), Ryan Reynolds (Hannibal King), Jessica Biel (Abigail Whistler), Parker Posey (Danica Talos)
Direção: David S. Goyer

Sinopse: Drácula (Dominic Purcell) agora é o novo rival de Blade (Wesley Snipes). Àquele, segundo o roteirista David S. Goyer, é quem deu origem à raça dos vampiros e que armam uma arapuca, com a ajuda do FBI, para o herói Blade. As coisas complicam, e, mesmo a contragosto o herói se vê obrigado a aceitar a ajuda dos Nightstalkers (humanos que também caçam vampiros).
Comentário: Apenas boa diversão para quem cultua o gênero e o estilo high-tech de eliminação de vampiros em zonas urbanas. O roteiro de David S. Goyer está entupido de clichês, carregado de imprecisões e pontua uma montagem falha e previsível. Os dois primeiros da série estão melhores! Destaques para os efeitos visuais na eliminação dos vampiros e a boa narração de abertura do filme.

Em exibição nos cinema da cidade.
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Crédito de foto: New Line Cinema/Marvel Enterprises


Tróia (Troy; EUA-2004); DVD (zona 04)


Atores: Brad Pitt, Orlando Bloom, Eric Bana, Diane Kruger, Peter O’Toole
Diretor: Wolfgang Petersen

Sinopse: Tróia, com seus castelos intransponíveis e grandes guerreiros, dentre eles, Heitor (Eric Bana), está prestes a ser invadida pelo rei grego Agamenon, por causa de uma paixão proibida provocada pelo príncipe troiano Paris (Orlando Bloom). O guerreiro semideus Aquiles (Brad Pitt), acaba se envolvendo na contenda contra o rei Príamo (Peter O’Toole), de Tróia, por causa do assassinato de seu primo.

Comentário: livre adaptação da Ilíada de Homero, que quase nada acrescenta sobre a polêmica relação que o Cinema mantém há tempos, com a Literatura. O filme é bastante arrastado pelos padronizados clichês hollyhoodianos! Mas, tem boas cenas de batalha e seu ponto alto é a luta coreografada, de vida e morte, entre Aquiles e Heitor. Um dos grandes termômetros do filme, é a presença do grande ator Peter O’Toole na pele do rei Príamo. Tróia enquanto documento histórico de referência (antropológica, arquitetônica, linguística etc.) está praticamente descartado para pesquisadores e estudiosos afins. Esperemos, daqui a alguns tempos, uma outra versão...
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Crédito de foto: Warner Bros.