Curiau.
Ainda é possível encontrar a paz


Texto - Antônio Corrêa Neto
Fotos - Proecotur


Seguindo no rumo quase Norte ainda é possível encontrar a paz.

E nem precisa fazer muito esforço.

Basta escolher o lugar para esquecer as agruras a vida deixando que a visão magnifíca do lago do Curiau faça o resto.

O olhar se perde na extensão verde do início do tempo da chuva, nas águas do inverno ou na terra castigada pelo sol do verão. A beleza nunca se perde, apenas fica diferente.

Os negros descendentes dos que vieram da África deslizam silenciosos em suas canôas, buscando o peixe farto que alimenta a vida.

As garças voam, planam, pousam ou decolam sem dar muita atenção para os homens. Existe entre as duas espécies um pacto não escrito mas estabelecido de não agressão.

O lugar que já esteve no meio da floresta vê a cidade se aproximar, mas está potegido por um dispositivo legal, ambiental e preservacionista. Para felicidade geral ainda existe quem se preocupe em salvar o que muitos procuram destruir.

O Curiau de Dentro fica mais fora da flotesta, O Curiau de Fora fica mais para dentro dela, e aí? O lago fica no meio. Nos dois, as tradicões e a cultura do povo negro prevalecem com o Batuque, com o Marabaixo, com as ladainhas e as festas dos santos de devoção.

E haja festa.

E como gosta de festa a gente do Curiau.!
Clique nas fotos para ver ampliação
   

Outros lugares:
Trapiche Eliezer Levy

Bailique
Fortaleza