Patrícia Bastos, o nome da canção.
Ela está melhor que nunca.
O show da "sabiá da Amazônia", como uma ave Aroldo Pedrosa a chamou -
pegou - segue talentosa, encantadora e dona de uma sensibilidade única.
Foi um prazer para o público que quase lotou o Teatro das Bacabeiras nos
dois espetáculos do final da semana, ouvir Patrícia Bastos mais uma vez,
e junto com ela, convidado ilustre, o inconfundível Zé Miguel.
Feliz de um povo que tem dois artistas desse nível.

Patrícia Bastos está mais diva. No camarim do Teatro das Bacabeiras minutos antes do show Pólvora e Fogo.

Zé Miguel, um dos compositores prediletos da cantora, divide o palco com Patrícia Bastos

A cantora Patrícia Bastos durante seu show Pólvora e Fogo no Teatro das Bacabeiras, dia 18 de maio

Sensualidade nas cores vibrantes do fogo, esse foi o tom do espetáculo da cantora Patrícia Bastos.

Bela, mais afinada do que nunca, Patrícia fez um show que deixou assinatura de qualidade na arte amapaense.

Ajezandro, bailarino amapaense com experiência em palcos europeus, dirigiu e encenou coreografias no show de Patrícia Bastos.

O bailarino Ajezandro, que dirige o show, aliou técnica e emoção nas coreografias do espetáculo Pólvora e Fogo.

Durante todo o show as chamas cenográficas tomaram conta do cenário, com requintes de iluminação e figurinos.

Músicos jovens e de grande qualidade revelam que o Amapá é um celeiro de boa música.

No camarim, Patrícia divide com os bailarinos e músicos a ansiedade que antecede o show.

Patrícia e Zé Miguel, parceria que dialoga com a música contemporânea sem perder as raízes amazônidas.