Treze crimes de morte
registrados em janeiro.


Na semana passada o Jornal Nacional da Rede Globo divulgou dados sobre a violência no Brasil, onde o Amapá aparecia como o estado mais violento, com média de 48 assassinatos por ano, por grupo de cem mil habitantes. Os dados foram fornecidos pelo Ministério da justiça que os recebera da Secretaria de Segurança Pública do Amapá. O secretário de segurança, Sérgio Andréa apressou-se em explicar que acontecera um equívoco, porque o relatório enviado para o MJ incluia crimes dolosos, culposos, suicídios e mortes acidentais. Ao mesmo tempo anunciou a criação de uma comissão que vai levantar os dados reais para corrigir a distorção.

Com quase 500 mil habitantes, o Amapá teria de contabilizar 20 assassinatos por mês para atingir o número divulgado. Findo o mês de janeiro foram registrados 13 assassinatos, sendo 8 por armas de fogo e 5 por armas brancas. Para a tradição pacífica do povo amapaense o número ainda é muito elevado, mas fica bem abaixo dos números divulgados pela televisão.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.