Cristina Almeida é a nova
secretária da Ind. e Comércio

Desde segunda-feira, 1º de abril que a nova secretária de Estado da Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) é Maria Cristina do Rosário Almeida. Ela substitui a deputada estadual Janete Capiberibe (PSB), que ficou dois anos e meio à frente do cargo de secretária da Seicom. O nome da nova titular da pasta é uma indicação direta de Janete Capiberibe.

Cristina Almeida, que exercia o cargo de gerente geral de projetos do setor produtivo da Seicom, diz que irá seguir as diretrizes de trabalho adotadas pela ex-secretária, visando o implemento de políticas públicas que estimulem entre outras a indústria e a economia local.

Cristina, além do cargo de secretária de Estado, também trabalha em defesa da questão do povo negro no Amapá, através do Instituto de Mulheres Negras do Amapá (IMENA).

Durante o período que ficou no cargo de secretária da Seicom, Janete Capiberibe estimulou o crescimento da economia do Estado com políticas voltadas para os setores da agro-indústria, comércio, mineração, turismo entre outros. A instalação de fábricas e pequenas indústrias no interior do Estado, incentivando a permanência do homem do campo na sua própria comunidade e a economia sustentavel na região. A Feira de Artesanato do Amapá é outro projeto implantado pela ex-secretária que hoje envolve mais de 200 artesãos de vários municípios do Estado. Janete Capiberibe se descompatibilizou do cargo de secretária de Estado para retornar ao cargo de deputada estadual na Assembléia Legislativa do Estado. Janete Capiberibe também disputará uma vaga de deputada federal. A nova secretária, Cristina Almeida, tem 35 anos é bacharel em administração e está a um ano e meio na Seicom.

 

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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.