Relatório mostra aumento
na produção
agrícola amapaense


O último levantamento realizado pelo Núcleo de Planejamento do Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá (RURAP) mostra um aumento significativo na colheita de arroz, feijão, milho e mandioca na safra de 2001. Em uma área plantada de 11.965ha, foram colhidas 23.546 toneladas de alimentos.

O maior índice é verificado em cima da colheita de mandioca do Estado que em 2001 atingiu 19.583 toneladas, contra 15.916 toneladas no ano anterior. Segundo informações da área técnica do RURAP, o aumento foi verificado após a assinatura do convênio entre Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e o RURAP, no valor de R$ 283 mil, que tem como objetivo a prestação de serviços de assistência técnica a 3.500 famílias, moradoras de 25 assentamentos criados pelo INCRA.

Eulálio Lucien, chefe do Núcleo de Planejamento do RURAP, explica que antes da assinatura do convênio era impossível contabilizar a quantidade exata de plantações existentes no Estado. "Depois da assinatura do convênio foi incluído, no relatório anual do Instituto, a produção agrícola de mais 25 assentamentos. Por conta disso, podemos verificar o crescimento na colheita de 2002", diz o técnico. Eulálio acrescenta que de acordo com os cálculos, baseados pelo Projeto Novas Fronteiras – PNFC, vinculado ao Ministério da Agricultura, o Estado é auto-suficiente na produção de farinha, no entanto 8% dessa produção fica na propriedade para consumo próprio.

Para o técnico, o fato dos amapaenses ainda consumirem a farinha vinda do Pará tem explicação no baixo custo cobrado pelos produtores paraenses na exportação. Eulálio ressalta que a produção do Pará é feita em larga escala. "Os produtores de farinha no Pará tem grandes plantações. Um único produtor chega a produzir 10 mil toneladas de farinha. Para eles é fácil cobrar barato na exportação, é diferente do produtor amapaense que não produz em grande quantidade".

Eulálio Lucien acredita que em breve essa realidade vai mudar. "Com os investimentos que o Governo do Amapá tem efetuado no setor, acredito que em breve teremos a farinha amapaense disponível nas prateleiras dos supermercados do Estado", finaliza.

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Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.