Dalva é a primeira mulher a governar o Amapá.

A governadora Dalva Figueiredo, compôs o segundo mandato do Governo de Participação e Cidadania, como vice-governadora do Estado do Amapá, eleita para o quadriênio vigente de 1999 a 2002.

Amapaense, nascida em 2 de Abril de 1961, no município de Oiapoque, em Clevelândia do Norte, onde iniciou seus estudos, migrou em seguida para a capital Macapá, onde suas aptidões convergiram para a área educacional.

Formou-se em Pedagogia com habilitação plena em Supervisão Escolar. Dentro da área educacional exerceu funções diversificadas, numa trajetória profissional como professora e supervisora municipal de educação. Estas experiências constituíram base de luta em prol da educação no Sindicato dos Servidores Públicos em Educação - SINSEPEAP.

Em 1995, com a implantação do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, Dalva Figueiredo, em função da coalizão entre os partidos do campo democrático, compôs a equipe de assessores da Secretaria Estadual de Educação, consolidando nos projetos pedagógicos educacionais as políticas de inclusão social, pautadas na sustentabilidade.

Filiada ao Partido dos Trabalhadores, Dalva foi candidata a vice-prefeita em 1996. É uma das principais articuladoras do Núcleo Setorial de Mulheres do PT, que congrega petistas de todo o Estado.

Como vice-governadora, ao lado do governador João Alberto Rodrigues Capiberibe, vem construindo uma nova história para o Estado, implementando ações com alternativas locais de desenvolvimento econômico que primam pela justiça social, preservação de valores culturais, éticos e ambientais cada vez mais eficientes. (Carlos de Jesus Pereira)

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.