Começou hoje
seminário de avaliação da malária


Tendo como local o salão de convenções do Macapá Hotel, foi realizada esta manhã a abertura da II Reunião de Avaliação do Plano de Intensificação das Ações de Controle da Malária no Amapá, promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). O encontro está envolvendo a presença de secretários estadual e municipais de saúde, coordenadores do controle de endemias e dos programas da atenção básica da saúde e técnicos da Funasa.

A reunião, que se prolongará até o final desta semana, tem o objetivo de avaliar de forma integrada e participativa as ações de prevenção e controle da Malária em todo o Estado, que estão sendo desenvolvidas pelas secretarias de saúde, tanto nos setores estaduais quanto municipais.

Equivale salientar que o Estado do Amapá orgulha-se em ter lançado e implementado, de forma pioneira, esta reunião de avaliação aos moldes do nível central. Seguindo o modelo, outros Estados que fazem parte da Amazônia Legal estão se organizando para reproduzi-lo de forma semelhante.

Os resultados, já apresentados em 2001, sobre a história da malária no Amapá, demonstram o registro do maior índice de redução na sua incidência. Ou seja, 30,6% em relação ao ano de 2000. Neste ano de 2002, a redução continua em ritmo acelerado, tendo em vista que no período de janeiro a abril de 2002, em relação ao mesmo período de 2000, o índice de redução chegou a 53%

O secretário de estado da saúde, Ronaldo Dantas, disse que a população pode e deve contribuir para a redução da moléstia no Amapá. Quando as pessoas perceberem os sintomas da malária, deverão procurar imediatamente um posto de saúde, para se submeter a exames de praxe. No caso de ser detectada a presença da doença, o paciente deve iniciar o tratamento, sem perda de tempo. Um outro fator importante é que o paciente deve fazer o tratamento até o seu final. Dantas explicou que muita gente ao sentir melhora do mal, larga o tratamento pela metade, o que não é aconselhável. É preciso concluir a medicação para que a doença seja eliminada definitivamente do corpo da pessoa.

Leal Di Souza

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.