PROJETO SEIS E MEIA ACONTECE AMANHÃ NO TEATRO DAS BACABEIRAS

Acontece amanhã, 27 de junho, no Teatro das Bacabeiras o Projeto Seis e Meia, onde artistas circenses e músicos se apresentam em frente ao teatro com números de circo e muita música. Sempre às quartas-feiras, o projeto é voltado para o público infantil mas aos poucos está atraindo atenção de jovens e adultos que buscam opções culturais durante a semana. O Seis e Meia faz parte da programação permanente do Teatro e juntamente com o Lua Cheia compõem o projeto Escadaria, levando artistas e público para os degraus do teatro, onde há apresentação de canto, teatro, dança, declamações de poesia e outras atrações. “Uma vez por mês, aproveitamos a lua cheia para cantar, dançar, presenciar nossos talentos e voltar para casa com um pouco mais de cultura e conhecimento”, fala Carlinhos Lima, diretor do Teatro.

Estes projetos fazem parte da nova programação do Teatro que abriu as portas para o público, desde comerciantes das redondezas até estudantes e formadores de opinião. Todos os dias das 12:00 às 15:00 na sala da Imagem e do Som acontece exibição de vídeos e o local se torna um espaço de descanso e lazer. Deitados em colchões em ambiente refrigerados, estudantes e comerciários aproveitam o horário de almoço para assistir filmes e descansar. “Precisamos fazer com que cada cidadão venha e conheça o teatro, para isso criamos uma modo alternativo de divulgação que é o café da manhã com funcionários, artistas e convidados toda segunda-feira, neste momento aproveitamos para repassar para todos os funcionários a pauta da semana, assim temos garantido casa cheia em praticamente toda a semana”, ressalta o diretor.
A classe artística amapaense tem espaço garantido. Semanalmente há apresentação de teatro e músicos regionais. Peças produzidas no Estado estão ganhando público cativo, somente neste mês, quatro companhias se apresentaram intercalando com espetáculos nacionais, como os humoristas Biba e Luana do Crato e atriz global Solange Couto, que lotou dois dias o teatro com a peça Cinco Mulheres por um Fio. Esta fase produtiva da cultura amapaense está sendo estimulada com realização de oficinas de coral, dança do ventre, balé e outros estilos que duram três meses.

É a primeira vez que a instituição é administrada por um artista de teatro, o que é considerado por produtores e funcionários como ponto importante para o fortalecimento da cultura amapaense. Desde que foi inaugurado, em 1990, esta é a primeira vez que todas as salas são utilizadas, seja com seminários ou oficinas. Outra consideração é a maneira como á conduzida a administração, toda pauta da semana é discutida anteriormente por um conselho formado representantes dos principais segmentos artísticos e cinco de instituições governamentais.