Procon reúne donos de casas noturnas de Macapá

Medida tem cunho e educativo, segundo informou a diretora do instituto, Alba Nize Caldas

A diretora do Instituto de Defesa do Consumidor do Estado do Amapá (Procon) Alba Nize Caldas reuniu proprietários da casas noturnas de Macapá, na manhã desta quinta-feira, 28, no auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) para mais uma reunião educativa a respeito dos direitos do consumidor. Três temas marcaram a pauta: a cobrança da taxa de consumação mínima, a meia entrada para estudantes e colocação da tabela de preços em local visível aos consumidores.

De acordo com a diretora, este é o primeiro passo da campanha para equilibrar a relação das empresas e dos consumidores, o próximo passo será a repressão. “Estamos t conhecimento da legislação, já fizemos inclusive uma série de blitzen educativas, agora não tem mais desculpas para o não cumprimento da lei”, afirmou, adiantando que a partir do mês de julho a atuação do Instituto será na forma de repressão.

Para o empresário Isaac Alcolumbre o Procon está certo em ensinar e punir quem não se adaptar ás regras. “Quem não se adequar tem que pagar”, afirmou.

As principais reclamações que chegam hoje ao Procon são a de estudantes que não têm seus direitos respeitados de pagar a metade do valor dos ingressos em casas de show ou apresentações artísticas, segundo destacou Alba Nize.

Eliane Cantuária