Índios viram avião em
dificuldades
próximo de Oiapoque

As buscas ao monomotor Sertanejo, de prefixo PT-FH da Táxi Aéreo Marco Zero, que desapareceu na tarde de terça feira, quando voava da cidade de Oiapoque para Macapá conduzindo quatro passageiras, duas índias e duas parteiras além do piloto Pedro Pinheiro, pode estar chegando ao fim. Hoje a tarde o cacique Geraldo, da nação Galibi-Marworno informou que índios das aldeias localizadas mais ou menos próximas da margem da rodovia BR 156, cerca de 60 quilômetros antes da cidade de Oiapoque viram um avião que parecia voar com dificuldades, e tentava um pouso na rodovia. Segundo as informações do cacique, não conseguindo pousar o avião arremeteu ganhando altura e virando para a direita da margem da estrada, no sentido Oiapoque-Macapá. Isso tudo aconteceu pouco depois do meio dia, o que indica a possibilidade de ser o avião desaparecido, que saiu do Oiapoque exatamente às 12:03h. Na mesma tarde quando tomaram conhecimento do desaparecimento de um avião, grupos de índios entraram na mata à procura dele. Hoje pela manhã pilotos dos aviões que enfrentaram o mau tempo e decolaram à procura do Sertanejo, informaram ter visto índios sobre uma montanha fazendo sinais como se tivessem encontrado alguma coisa. Mais tarde o tempo fechou de vez e as buscas foram suspensas.
Pouco depois de duas da tarde decolou de Macapá um helicóptero do Exército na direção da área onde supostamente se encontra o avião, ao mesmo tempo em que um grupo de soldados do Exército saia do Oiapoque para alcançar o local por terra. Esses soldados levam material de primeiros socorros e sobrevivência na selva, e estão equipados com rádio e aparelhos de contato via satélite. Amanhã pela manhã será possível chegar ao local, dependendo das condições de tempo.

 

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.