REVELADOS ROMBOS MILIONÁRIOS NO BANCO
DO ESTADO DO MARANHÃO
Financiamento de campanhas e negócios mal sucedidos podem ter causado os prejuízos

Ação Popular impetrada junto ao Juiz da 5ª Vara Federal, seção judiciária do Maranhão, pelo presidente do Sindicato dos Bancários, Enock Bezerra e deputada Helena Barros Heluy traz revelações escabrosas sobre o processo de desajuste e os rombos ocorridos no Banco do Estado do Maranhão. Nesta ação, além de requerer também a Declaração de Inconstitucionalidade do item do Edital de Vendas que prevê a hipótese de leilão com alienação das ações do BEM, os autores querem, no caso de ser concedida, que se suspenda a eficácia de todos os atos decorrentes do Processo de alienação do capital social do BEM. Pedem, também, que se encerre o processo de privatização do Banco.

Os prejuízos no Banco do Estado do Maranhão se avolumam principalmente a partir de 1966, 42 ,2 milhões de reais. Em 1997, mais 173,4 milhões de reais, sendo que o Patrimônio Líquido NEGATIVO salta de 17,3 milhões para 191, 3 milhões de reais em 1997 e 217,1 milhões em 1998, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sociais –DEESE.

Em 31 de dezembro de 1998 o Banco apresenta mais 20,384 milhões de reais de prejuízo e o Patrimônio Líquido Negativo chega a 217,724 milhões de reais. O Banco, então, ultrapassa o nível de desenquadramento em todos os limites de risco e endividamento estabelecidos por Resoluções do Banco Central. Conforme denúncias feitas em vários momentos, ouve-se que grande parte desse prejuízo veio por conta de empréstimos nunca quitados, feitos para campanhas políticas ou para financiar negócios de pessoas influentes junto ao Poder Público.

Os prejuízos são irracionais já que o BEM, por lei, detém a exclusividade do pagamento do funcionalismo, a centralização do produto da arrecadação da rede arrecadadora de tributos estaduais, a manutenção das contas correntes das autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista, bem como dos fundos estaduais e das contas de seus servidores. Também é detentor da conta única do Estado e depositário das disponibilidades das autarquias, fundações, empresas públicas etc. conforme Contrato de Prestação de Serviços Financeiros entre o BEM e o Estado.

Um item do Edital de Abertura do processo de licitação, revelado na Ação Popular impetrada por Enock Bezerra e Helena Barros Heluy, prevê que mesmo depois de privatizado, o Banco continue a prestar serviços ao Estado na condição de banco oficial o que, além de ferir o princípio da Isonomia descrito na Lei de Licitações e o artigo 37 da Constituição Federal, exporá o Estado às oscilações do mercado, fazendo-o, também, refém de uma instituição financeira privada.

*** J.Cunha Santos - Jornalista - 9133 - 3726 ***


 

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Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.