Seleção para o curso de medicina da Unifap é comemorada na Câmara.

Brasília, 6/8/2008 - A deputada federal Janete Capiberibe (foto)- PSB/AP - tratou de três temas de interesse da população do Amapá, na tribuna da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 06. Ela comemorou a primeira seleção para o curso de medicina na Universidade Federal do Amapá - UNIFAP, lamentou a posição de Macapá no índice de desenvolvimento municipal feito pela Firjan e defendeu a manutenção dos empregos da distribuidora CERPA no Amapá.

Educação - “A implantação do curso de medicina na UNIFAP é resultado da mobilização desencadeada pelo reitor José Carlos Tavares e da sua equipe, internamente, na UNIFAP, e externamente, no estado do Amapá e em Brasília, com nosso apoio, dos representantes do nosso estado. Até então, apenas o Amapá não contava com o curso de medicina”, discursou a socialista.

O edital número 09 de 2008, da UNIFAP, que trata do processo seletivo de 2009, para o ingresso de 880 novos alunos, 20 deles para a primeira turma de medicina, foi publicado dia 1º de agosto.

A deputada destinou R$ 1 milhão e 500 mil reais para a construção de 30 novas salas de aula na UNIFAP e gestionou junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia uma parcela de R$ 600 mil para a conclusão do centro de pesquisas.

Desenvolvimento - Para a deputada Janete Capiberibe, a última colocação dada a Macapá pelo Índice Firjan não acontece por acaso. “Nos últimos anos, não houve compromisso político, dedicação e competência para melhorar a qualidade de vida daquela pessoas. É uma situação vergonhosa que resulta da falta de compromisso político dos administradores com o desenvolvimento humano das populações, principalmente daquelas que mais precisam do Estado para terem seus direitos”, lamentou a socialista.

Segundo ela, a situação de Macapá contrasta com a melhoria na qualidade de vida dos brasileiros que acontece no restante do país, segundo a Fundação Getúlio Vargas.

Empregos - Ao final, ela defendeu a manutenção do contrato entre a distribuidora Cerpa, no Amapá, e a regional da empresa, em Belém, garantindo a manutenção de 40 empregos diretos e 240 empregos indiretos no estado. Ela lamentou que a falta de políticas que incentivem o desenvolvimento sustentável de Macapá e elogiou a decisão da 1ª Vara Cível e Fazenda Pública da Comarca de Macapá, “que garante o cumprimento contratual, dá segurança jurídica aos investimentos econômicos, preserva os empregos aqueles trabalhadores e tranqüiliza suas famílias”.

Sizan Luis Esberci