O Amapá está entre os nove
estados que oferecem
crédito com juros baixos


O Amapá está entre os nove estados da federação que já criaram suas agências de fomento. Com juros subsidiados, essas agências podem ser encontradas também em Goiás, Roraima, Amazonas, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Bahia. Elas seguiram as determinações do Programa de Incentivo à Redução do Setor Público na Atividade Bancária (Proes), criado em 1997 para financiar ajuste, extinção ou transformação de bancos estaduais em agências de fomento.

Quem autoriza o funcionamento é o Banco Central. No Amapá, a Agência de Fomento do Amapá (Afap), criada a partir da extinção do Banco do Estado do Amapá (Banap), há dois anos financia pequenos empreendedores com uma taxa de juro fixada em 2,9% ao mês e prazo para capital de giro de seis meses, incluída a carência de até seis meses.

Em dois anos de funcionamento, a Afap já atingiu os 10,1 milhões de investimentos e mais de quatro mil microcréditos realizados, gerando oito mil empregos em todo o Estado. A taxa de inadimplência, segundo o diretor-presidente da agência, Sávio Peres, é de apenas 2%. "Comparada com a taxa de fidelidade, ou seja, o retorno dos clientes, que é de 60%, podemos considerar como um fator de satisfação".

Segundo o jornal A Folha de São Paulo, 05/05/02, técnicos da Secretaria da Fazenda de São Paulo pretendem visitar três Estados que já possuem essas agências antes de adotar o modelo. Ainda conforme a Folha, São Paulo teve de privatizar o Banespa, que também trabalhava como agência de desenvolvimento, mas com desequilíbrio de folha, pois captava recursos no mercado a juros altos e fazia financiamentos de longo prazo com juros subsidiados.

Socorro Menezes

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.