Professores podem inscrever trabalhos no Colóquio de Iniciação Científica

Dione Amaral

Professores, estudiosos e pesquisadores têm um espaço reservado no 7º Colóquio de Iniciação Científica. Trata-se da 2ª Mostra de Comunicações e Relato de Experiências em Docência no estado do Amapá. O evento que ocorre dentro do evento científico tem como objetivo divulgar estudos, pesquisas, relato de experiência e debates sobre temas relacionados à docência.

Os interessados podem se inscrever nos seguintes eixos temáticos: Agropecuária e Biotecnologia; Ciências da Terra e do Meio Ambiente; Ciências Exatas, Ciências Humanas e Sociais aplicadas; Engenharia, Capacitação Tecnológica e Inovação; Sociedade da Informação e Saúde. O evento vai acontece nos dias 8 e 9 novembro, paralelo ao Concurso de Artigos Científicos voltado para estudantes.

Todos os trabalhos entregues serão avaliados por um comitê científico formados por professores da Instituição. As apresentações dos trabalhos terão duração de 20 minutos, mais dez para debates.

O docente ou pesquisador deverá preencher uma ficha de inscrição, disponível na Coordenação de Extensão da Seama (2º piso do bloco B) e enviar o resumo do projeto para o e-mail [email protected] ou entregar impresso. Para ser aprovado, o projeto deverá estar vinculado à área e aos eixos temáticos do Colóquio.

Sobre o Colóquio

Ter participado de um projeto de iniciação cientifica pode ser decisivo na hora de conquistar um mestrado ou doutorado. As produções científicas valem pontos e podem ser decisivas na aprovação de uma bolsa de pós-graduação. Uma boa oportunidade é participar do VII Colóquio de Iniciação Científica da Faculdade Seama. Alunos de todas as instituições de Ensino Superior do Amapá podem divulgar seus trabalhos nesses dois eventos.

O objetivo é incentivar a formação de futuros pesquisadores interessados na análise da realidade amazônica. “O concurso é aberto e contempla as áreas das Ciências Humanas, Biológicas e Exatas. O único requisito é que os trabalhos devem ter como tema a Região Amazônica”, destaca a coordenadora de pesquisa da Seama, Ediluci Malcher.