Empresários de Oiapoque recebem serviços do Sebrae e Banco do Brasil

Cursos, palestras, consultorias, oficinas, legalização de empresas, inclusão digital e orientação empresarial são serviços disponíveis aos candidatos a empresários e empreendedores do município.

Denyse Quintas
Fernanda Picanço

A Caravana Sebrae Itinerante é uma ação do Projeto de Revolução no Atendimento proposto pelo Sebrae Nacional e executado nas Unidades da Federação de acordo com a realidade de cada região.

A equipe técnica é composta por colaboradores da instituição e Governo do Estado (Corpo de Bombeiros e Prodap) está levando consultoria para quem quer montar um negócio ou melhorar seu empreendimento, além de legalização de empresas e orientação empresarial; associativismo; palestras gerenciais; cursos de Artesanato em Meias Bouclê, Boneca de Pano; Juntos Somos Fortes e Inclusão Digital.

Segundo o diretor superintendente do Sebrae, João Carlos Alvarenga, a entidade recebe muita solicitação de serviços, principalmente, para legalização de empresa em Oiapoque. “Estamos com vários treinamentos, trazendo informações e oportunizando as pessoas do município”, disse.

As atividades serão desenvolvidas no município no período de 2 a 4 de outubro. Na manhã desta terça-feira (02/10), os diretores do Sebrae, João Carlos Alvarenga e Célia Brazão, junto com o superintendente do Banco do Brasil e conselheiro do Sebrae, Jonas Neiva, estiveram no município de Oiapoque realizando visita técnica nos três pólos de atendimento que foram disponibilizados à população, entre eles, Escritório Regional do Sebrae, Escola Estadual Joaquim Nabuco e na Paróquia da Igreja Nossa Senhora das Graças.

Para a diretora técnica do Sebrae, Célia Brazão, a instituição está promovendo o empreendedorismo e despertando oportunidades de negócios. “Já estivemos em Mazagão, Ferreira Gomes e Pedra Branca. Oiapoque é o quarto município a receber os serviços da Caravana e o planejamento do Sebrae é estar em todos os dezesseis municípios do Estado”, informa.

De acordo com a artesã Dejanira Costa, 54, e a professora do ensino fundamental, Sara Rodrigues, 34, a busca pelo conhecimento as levou a participar das oficinas. “A educação exige o saber e o conhecer sobre as coisas, minha vinda é estender o que estou aprendendo aos meus alunos”, declara a professora Sara Rodrigues.