Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.

 

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

 

Prefeituras recebem
equipamentos para
combate à malária

A queda nos índices de malária no Estado, que chegaram a assustar as autoridades e a população, animaram as equipes envolvidas no combate ao mosquito transmissor da doença.

O secretário estadual de saúde, Jardel Nunes entregou hoje os equipamentos que serão utilizados pelas secretarias municipais no combate à malária. Foram entregues 4 veículos Ranger cabine dupla, 22 motocicletas XL 125, 8 botes em alumínio, 7 motores de pôpa, 17 microscópios bacteriológicos, 6 bombas termonebulizadoras, 66 bombas de borrifação, 16 televisores e 16 vídeos-cassetes. O material, adquirido através de convênio com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), servirá para estruturar os municípios.

Parceria

"O trabalho do governo em parceria com as prefeituras têm ajudado a reduzir o número de casos de malária", é o que afirma Denilson Magalhães, chefe da Divisão de Controles de Endemias da Sesa. A Secretaria de Estado da Saúde apresentou relatório sobre a situação epidemiológica da malária no período que compreende os meses de janeiro a novembro de 2001 e constatou a redução de 27,73% nos casos.

Segundo Denílson Magalhães, desde janeiro de 2001 vem ocorrendo uma significativa redução dos índices da doença. "A partir do momento em que o Estado assumiu o controle de endemias, em 9 de janeiro de 2001, com a descentralização da Funasa, passamos a trabalhar integrados com as secretarias municipais. Após a reestruturação e reorganização dos serviços de controle de endemias passamos a acompanhar a queda no número de casos de malária".

Em 1999 foram registrados 28.646 casos, em 2000 o número subiu para 35.278, significando um aumento de 23%, em 2001 com a redução de 27,73% comparando-se com o ano anterior, foram contabilizados 23.401 casos. Apesar dos números, o Estado avança para o controle da doença e tenta atingir a meta do Plano de Intensificação das Ações de Controle da Malária (PIACM), que é reduzir em 50% o número de casos. "Vamos continuar trabalhando para atingir a meta estabelecida, intensificando as ações de combate", declarou Magalhães.

Com esta redução, 8.979 pessoas deixaram de adoecer de malária no Estado este ano. A diminuição se deve a descentralização das ações para os municípios, a ampliação da rede de laboratórios, ao trabalho integrado entre a Sesa e as secretarias municipais e a intensificação das ações de controle vetorial com o uso do fumacê e da borrifação.

Dados da Sesa mostram que a ampliação da rede de laboratórios possibilitou o diagnóstico precoce e o tratamento imediato, principalmente em locais de difícil acesso. "O número de laboratórios passou de 46 para 94 em todo o Estado. A reserva extrativista do Cajari, por exemplo, foi contemplada com 14 unidades que são alimentadas por receptores de energia solar".

De acordo com Magalhães para haver sustentabilidade dos ganhos já obtidos é necessário: ações de mobilização social, com a participação da comunidade no controle de doenças, manutenção das ações de controle químico de vetores, implementação das ações de busca ativa, diagnóstico e tratamento imediato, com a participação dos agentes comunitários de saúde e equipes de saúde da família, reorganização e reestruturação da vigilância entomo epidemiológica nas secretarias municipais de saúde e a manutenção de ações integradas entre as secretarias municipais de saúde, Sesa e Funasa, como garantia do fortalecimento e consolidação do Sistema Único de Saúde (Sus).