Coral 500 Vozes faz últimos ensaios

O Coral 500 Vozes que participará da abertura oficial do projeto Natal da Solidariedade do Governo do Estado do Amapá faz os últimos ensaios para a apresentação que acontecerá neste domingo,14, às 18 horas na escadaria do Teatro das Bacabeiras.

Sob a regência da maestrina Elen Paula, o coral ensaia há cerca de dois meses, duas vezes por semana. Mas há duas semanas os ensaios foram intensificados. “Gostaríamos que este coral virasse uma tradição no Amapá, que possa acontecer todos os anos”, diz Ellen.


Além da abertura, o coral fará duas grandes apresentações. Estará no dia 20, na Praça Cívica de Santana e no encerramento da programação do projeto, no dia 23 no monumento Marco Zero do Equador. Durante estes 10 dias, o coral será desmembrado em 30 vozes para fazer apresentações na caravana de Natal, que estará todas as noites em dois bairros diferentes.


Repertório

Treze músicas natalinas cantadas em três naipes - soprano, contralto e voz masculina, compõem o coral. O repertório inclui músicas clássicas e canções mais modernas.

O coral do Tribunal de Justiça e da Politec, os alunos de canto do Teatro das Bacabeiras, 100 crianças da Casa da Hospitalidade e 170 crianças do projeto Cidadão Mirim fazem parte do Coral 500 Vozes. Além destas vozes foram abertas inscrições para a participação popular. “Fizemos apenas a classificação das vozes”, diz Elen. O coral vestirá calça branca, camiseta do projeto e gorro de papai Noel.


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
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0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.