Secretário de Agricultura vai estudar
implantação de centrais
de abastecimento nos municípios

Melhorar a infra-estrutura da Feira do Produtor Rural, em Macapá é uma das prioridades do secretário de Estado da Agricultura, Pesca, Floresta e do Abastecimento (SEAF), Paulo Leite de Mendonça. Há uma semana a frente do cargo o novo secretário assumiu a Secretaria de Agricultura, enfrentando várias dificuldades a começar pela dívida de meio milhão de reais deixada pela administração passada.

Um diagnóstico preliminar feito na tarde de quinta-feira, 9, pelo secretário revelou a falta de infra-estrutura, condições de trabalho, limpeza e organização, principalmente das Feira do Produtor, dos bairros Jardim Felicidade e Pacoval.

O secretário garantiu que o projeto do Governo do Estado é descentralizar o serviço da Feira do Produtor e instalar posteriormente estruturas semelhates aos Ceasas (Centrais de Abastecimento) nos municípios para suprir o mercado local de hortifrutigranjeiros.

Paulo Leite explicou que a proposta passa pelo fortalecimento das áreas rurais, incentivo ao pequeno e médio produtor rural com o objetivo de melhorar a produção e a conseqüente comercialização dos produtos. A idéia através das Centrais de Alimento é garantir que os produtos hoje comercializados na Feira do Produtor, sejam vendidos direto para os supermercados locais. “Esses produtos chegarão as prateleiras com padrão de qualidade e higiene e devidamente embalados”. O excedente desse produto seria destinado ao abastecimento normal das Feiras do Produtor na capital. O secretário anunciou que esse projeto começará a ser discutido em breve com as Prefeituras Municipais e com os próprios agricultores.

Hoje a Secretaria de Estado da Agricultura gasta cerca de R$ 2,5 milhões com aluguel de transporte, incluindo caminhões e embarcações que fazem o escoamento dos produtos e transporta os agricultores. O gasto chega a 60% do orçamento anual da SEAF, que fica em torno de R$ 3,6 milhões. A implantação da Feira do Produtor Rural e das Centrais de Abastecimento no interior, ressaltou o secretário, representa também economia de custos.

EDY WILSON SILVA,




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Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
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Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.