Agricultores pedem apoio para
melhorar a Feira do Produtor

Para os agricultores as mudanças previstas para melhorar os serviços oferecidos na Feira do Produtor Rural são fundamentais. De maneira geral eles reclamam a falta de organização nas feiras, de higiene é a dificuldade com o transporte - problema esse que segundo a reclamação, impede que muitos agricultores venham à Macapá vender seus produtos. A agricultora, Maria Raimunda Maciel, da comunidade de Cantazal, vê que a feira tem uma importância muito grande na vida dos agricultores. Ela garante que é através da feira que garante o sustento dos seus cinco filhos. Maria Raimunda revelou que chega a faturar até R$ 200, 00 por cada feira realizada. Para a agricultura Maria Eunice Coelho Tavares, da mesma comunidade, a falta de um transporte adequado para trazer produtores que por falta de espaço no carro são impedidos de trabalhar a venda de seus produtos. A agricultora Tereza Brito de Souza, da comunidade do Matapi chega a vender até R$ 500,00 em frutas e legumes na Feira do Pacoval. O agricultor Paulo Santos Silva, do Assentamento Padre Josino, no Abacate da Pedreira, denuncia a falta de higiene, de estrutura e apoio aos pequenos produtores. “A reforma imediata da Feira do Produtor Rural, no Pacoval é a principal reivindicação nossa”, disse. Paulo Santos garante que tem caminhão que transporta até 50 agricultores em condições desconfortável e até arriscada. Paulo diz que está confiante na administração de Waldez Góes, primeiro pelo governador conhecer a realidade do setor de agricultura do Estado. A agricultura Zenaide Brito, também do Assentamento Padre Josino, quer a reforma urgente dos banheiros da feira; ela reclama que os banheiros estão quebrados, sujos sem a mínima condição de higiene. Atualmente, homens e mulheres utilizam um único banheiro improvisado. “A precária situação em que a feira encontra-se acaba afastando os consumidores”.

O autônomo Moacir Braga, morador do Jardim Felicidade I, não tem o que reclamar da feira. Ele considera a feira importante, principalmente pela facilidade e pelos baixos preços com que tais produtos são vendidos. O professor Dinaldo Costa, acha que a SEAF deveria incentivar mais o pequeno agricultor. Ele que leciona no interior, avalia que o serviço de extensão rural oferecido pelo governo precisa urgentemente ser melhorado e ampliado.

EDY WILSON SILVA



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Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.