Governador garante solução
para problemas
educacionais do Bailique

O governador Waldez Góes (PDT) garantiu a reativação dos convênios na esfera educacional com a comunidade do Bailique, inclusive nos que dizem respeito a construção e reforma de escolas. Foi o que ficou acertado durante audiência concedida pelo governador ao Conselho Comunitário daquela região nesta segunda-feira, 10, no Palácio do Setentrião.

Segundo informou Paulo Rocha, um dos membros da comunidade presente à reunião, o assunto de maior destaque foi quanto a questão da educação, lembrando que o Bailique possui 27 escolas da rede estadual e mais três anexos, tendo as aulas iniciado no dia 27 de janeiro, de acordo com o calendário da Secretaria da Educação. Rocha informou que a maioria das escolas ainda estão fechadas em função das pendências deixadas pelo governo anterior.

Foi isso, principalmente - conforme disse Paulo Rocha -, que trouxe o Conselho à presença do governador, para tomar conhecimento de quais os encaminhamentos que estão sendo tomados pelo governo para resolver o problema da educação. Ainda sobre a educação naquela comunidade, foi tratada também a pendência de convênios de obras que o Conselho tinha via Governo do Estado. “Nós temos algumas escolas que ainda não foram concluídas e isso tem acarretado prejuízos para a comunidade.

Concluindo, Paulo Rocha afirmou que o governador garantiu que ainda esta semana estará dando uma resposta sobre essas questões. Disse ainda que sentiu a boa vontade do governador de solucionar os problemas apresentados pelo Conselho, assegurando que nos próximos dias, o vice-governador Pedro Paulo deverá viajar para o Bailique, para reunir com a comunidade e, ao mesmo tempo, apresentar o encaminhamento das soluções, baseado na decisão do próprio governador.

Leal Di Souza


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Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
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Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
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Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.