Inaugurada novas obras
no campus da UNIFAP

Foi entregue para a comunidade estudantil da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) a obra correspondente ao Centro de Vivência e Lazer e os blocos de pós-graduação. O evento ocorreu na última sexta-feira e contou com a presença do deputado federal Eduardo Seabra (PTB).

O Centro de Lazer faz parte dos quase 20 mil metros quadrados em novas edificações, cujas obras foram quase todas inauguradas ainda na gestão do professor Paulo Guerra. Os recursos para esta ampliação do espaço físico da UNIFAP foram conseguidos através de uma emenda do Deputado Seabra e assinada por toda a bancada do Amapá no Congresso Federal.

O deputado Seabra e o reitor João Brazão visitaram as instalações construídas com recursos provenientes de emenda de autoria do deputado que, na ocasião, reiterou seu compromisso com as obras no campus da UNIFAP e no interior (Oiapoque, Amapá e Laranjal do Jari), que é a complementação do projeto de ampliação da instituição.

Algumas obras estão terminando somente agora, como é o caso do auditório, devido uma impugnação judicial. João Brazão acredita que a bancada amapaense continuará lutando para que a instituição avance no sentido de se fazer presente em todos os municípios. “Estamos buscando apoio de todos os deputados e senadores, independente de partido, e parceria com o Governador Waldez Góes”, frisa.

Há necessidade de recursos para prosseguimento de uma série de obras: aumento dos pavilhões das sala de aula, construção de alojamento para professores, expansão dos campi universitários, como é o caso de Laranjal do Jari, Amapá e Oiapoque. Obras que caracterizem a melhoria do complexo esportivo da instituição e aquisição de equipamentos para os laboratórios.

Jorge Cesar.



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Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.