Fortes chuvas não permitem
a utilização de
material alemão na BR-156

Os técnicos da Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap) estão encontrando dificuldades em experimentar o Fornit, um material resistente de tecnologia alemã, apresentado na última semana pelo secretário de Estado dos Transportes, Odival Monterrozo Leite, como a alternativa mais viável para abrir o tráfego na BR 156, interditado por causa de cerca de seis quilômetros de atoleiro.

O material, semelhante a uma malha (grelha) sintética com capacidade de suportar 35 toneladas, é muito utilizado na Europa e deveria ser experimentado em três quilômetros de atoleiro.

Hoje, o relações públicas da Defesa Civil, coronel Miranda, do Corpo de Bombeiros, disse que os trabalhadores não estão conseguindo levar avante a experiência por causa das chuvas que continuam caindo sem cessar na região de Tartarugalzinho e Pracuúba.

“Está muito difícil trabalhar na abertura do desvio por causa das chuvas. Está chovendo praticamente todo o dia e o dia todo e esse aguaceiro não está permitindo a conclusão dos trabalhos”, informou Miranda.

Por outro lado, o pouco de desvio que já foi aberto ainda está longe de atingir a velha estrada. Esse acesso é necessário para abrir o tráfego interditado da rodovia. Ele ligará a nova estrada com a velha rodovia indo sair acerca de um quilômetro a frente do atoleiro que inicia próximo ao ramal do Pernambuco e vai até a localidade do Flexal, em Pracuúba.

Miranda adiantou que a experiência com a tecnologia alemã ainda não foi abandonada. “A predisposição de continuar com a experiência existe, só que o tempo não está permitindo que os trabalhos avancem”, afirmou.

Joel Elias



 


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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
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Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.