Governador diz esperar
Ministério Público mais
próximo da comunidade


O governador Waldez Góes (PDT) participou na última sexta-feira, da posse do procurador geral de Justiça, Jair Quintas e do corregedor-geral do Ministério Público do Estado, Márcio Augusto Alves. Quintas foi reconduzido ao cargo e terá mandato até 2005. A sessão de posse foi presidida pelo procurador Afonso Henrique Eládio Basalo Crispino, membro mais antigo do Conselho Superior do Ministério Público Estadual, em cerimônia pública no plenário do Tribunal de Justiça do Estado.

Em sua fala, Góes disse que a sociedade e as demais instituições esperam e vão sempre esperar um Ministério Público, atuante, vigilante e mais próximo da comunidade. Disse que o desejo do governador do Amapá é que a cada dia a sociedade tenha mais condições de alcance da justiça. “Tanto é que o programa do nosso governo é desenvolvimento com justiça social, e a atuação do MP é uma condição altamente importante, para que esse desafio de enfrentar as injustiças sociais e econômicas e possamos caminhar com mais tranqüilidade”, frisou ele.

O Procurador-Geral do Estado, ao expor os princípios básicos que nortearão sua atuação à frente daquele órgão, comprometeu-se em conduzir o MP em direção à coletividade. Como meta maior, pretende divulgar e incentivar a procura dos serviços do MP para acesso aos direitos básicos do cidadão.

Jair Quintas disse que fará gestão permanente junto ao Governo do Estado para iniciar a construção de imóveis próprios para as sedes da procuradoria e das promotorias da capital, dotadas de toda a infra-estrutura para o atendimento da população com dignidade. Reafirmou o compromisso de ir aos órgãos competentes para recuperar perdas residuais da diferença da URV (Unidade Real de valores) ainda pendente de pagamento. “Para cumprir esses compromissos precisamos de um Ministério Público, unitário,forte, coeso e comprometido com as causas sociais, com o bem comum, desprovido de vaidades”, falou.

À cerimônia compareceram, além do governador Waldez Góes, o vice-governador Pedro Paulo, o presidente do Tribunal de Justiça do Amapá, desembargador Edinardo Maria Rodrigues de Souza, o deputado estadual Jorge Amanajás, representando o presidente da Assembléia Legislativa do Estado, o promotor de Justiça e presidente da Associação do Ministério Público do Estado, Afonso Henrique Oliveira Pereira, e outras autoridades, além de Procuradores do Estado.

CARLOS DE JESUS PEREIRA



 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.