Desembargador do Amapá assume amanhã vaga no Conselho de Desenvolvimento Esconômico e Social.


O desembargador Honildo Amaral de Mello Castro (foto), do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, passará a integrar, como conselheiro, a partir do dia 11 deste mês o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - CEDS, da Presidência da República. A cerimônia de posse ocorrerá às 18 horas daquele dia, no gabinete do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, em Brasília, e contará com a presença de autoridades dos três Poderes da República. No dia seguinte será realizada a primeira reunião do pleno do CEDS, ocasião em que serão apresentados os novos conselheiros e será cumprida uma pauta que inclui a participação da Ministra Bendita da Silva, da Assistência e Promoção Social e o debate de questões como o Plano Plurianual e Reforma Sindical e Trabalhista. O magistrado foi indicado para o cargo pela bancada federal do Amapá, para desenvolver atividades no órgão colegiado sem prejuízo de suas funções no Tribunal de Justiça.

CONSELHO

Implantado em 13 de fevereiro de 2003, o CDES tem como função assessorar o Presidente da República na formulação de políticas e diretrizes específicas, voltadas a um novo Contrato Social, que é a base de sustentação das mudanças propostas pelo governo Lula. Para tanto, o CDES tem como desafio articular as diversas representações da sociedade civil a fim de efetivar as reformas necessárias para alavancar o crescimento do país. Ouvir a sociedade - por intermédio dos segmentos corporativos que compõem o conselho - analisar e estudar os caminhos para o consenso, são as principais tarefas que os conselheiros terão de desenvolver durante os dois anos de mandato previstos na legislação.

Além dos 11 representantes do governo federal, definidos na MP 103, o CDES é integrado por 82 membros da sociedade civil que contemplam ampla diversidade social. Para a formação do conselho, a SEDES recebeu cerca de 400 indicações de cidadãos brasileiros sugeridos por diversas organizações sociais. Cada um dos nomes indicados passou por minucioso critério de análise - ilibada conduta, poder de liderança e representatividade nacional - para então serem aprovados pelo presidente Lula.

Na agenda de trabalho do CDES, já definida pelo presidente da república, está a reforma da Previdência Social, a reforma Tributária e a da Legislação Trabalhista. Para desenvolver suas tarefas, o conselho se reúne a cada dois meses para discutir os pareceres apresentados pelos grupos temáticos e, preferencialmente, encontrar um consenso entre os pontos polêmicos que criam entraves no processo de efetivação das reformas. (Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Estado)


 


Doce Amazônia

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Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.