Governador vai ao Festival do Inajá
e anuncia asfaltamento da rodovia

A região do Pacui viveu dias de festa no final da semana, com a realização do Festival do Inajá, com a participação de cerca de trinta e duas ciomunidades que vivem da atividade agrícola.A escola onde foi realizado o evento possui um quadro ativo de 60 funcionários e é considerada como uma espécie de centro de atividades de cultura, lazer e entretenimento, em função do espaço de sua quadra coberta para atividades de esporte e educação física.

Durante a festa, o governador Waldez Góes lembrou os tempos de funcionário público como técnico em extensão rural. Falou de sua visita à Escola Família Agrícola do Pacuí, localizada na Rodovia Macapá/Cutias, no Km 123, sob a direção de Maria José Rigamonti.

“Todos aqui presentes nesta mesa, nasceram no interior. Acreditamos na agricultura do Estado, nos pescadores e nos colonos. Peço a Deus que a gente seja competente para responder as aspirações da comunidade e a toda atividade produtiva do Estado. Já conseguimos injetar 8 milhões de reais no orçamento da Secretaria de Agricultura. Vamos colocar caminhões para atender os agricultores, e dotar o Rurap com uma suplementação orçamentária de mais 30%. Nosso desejo também é encaminhar 100 novos técnicos para o Rurap, selecionados pela Escola Família Agrícola. Iremos valorizar os técnicos formados em São Joaquim do Pacuí”, esclareceu Waldez.

Comentando sobre as dificuldades de escoamento da produção agrícola, o governador falou também dos sérios problemas de comercialização. Mencionou como saída à formação de cooperativas, e que todos devem pensar em vários modelos. Afirmou que a regra nacional da política agrícola brasileira tem de mudar, e que o Brasil tem tudo para ser um crescente produtor mundial, assim como o Estado possui condições para ser um bom produtor, faltando tão somente os incentivos, as alavancas que podem acionar a mecanização permanente da agricultura amapaense, finalizou Waldez Góes afirmando que ainda para este ano, o asfalto para a AP-70 vai realmente ser efetivado.


Doce Amazônia

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Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.