Arqueólogos descobrem estátuas de 'faraós negros'
Os reis de Núbia viveram há 2.500 anos

Ishbel Matheson, de Nairóbi

Uma equipe de arqueólogos franceses e suíços descobriu um conjunto de estátuas ancestrais, reminiscentes dos chamados faraós negros, no norte do Sudão.

Os arqueólogos da Universidade de Genebra encontraram uma cratera repleta de grandes monumentos e estátuas ricamente esculpidas e que pertencem ao período dos reis de Núbia, na África Oriental, também conhecidos como os faraós negros.

O chefe suíço da expedição arqueológica, Charles Bonnet, disse à BBC que o achado era de uma importância mundial.

Os faraós negros governaram o poderoso império de Núbia que se estendia
pelo vale do Nilo há 2.500 anos.

Obras de arte

O poço, que abrigava o tesouro arqueológico, está localizada entre as ruínas de alguns templos situados nas margens do Nilo.

O fosso não tinha sido aberto por 2 mil anos.

As estátuas dos faraós negros são lisas e brilhantes, ricamente esculpidas
e feitas de granito.

O nome do rei está gravado na base e nas costas de cada escultura.

Poderosos

Seus domínios eram conhecidos como o Reino de Kush.

Eles controlavam as rotas comerciais mais valiosas às margens do rio Nilo,
mas foram conquistados por seus vizinhos do norte.

Os egípcios da Antigüidade cavaram o fosso em que as estátuas e monumentos foram estocados.

Muitas das esculturas foram violentamente destruídas; e as cabeças e pés
das estátuas, esmagados.

Segundo o professor Bonnet, chefe da expedição, a descoberta mostra que os egípcios não ficaram satisfeitos em simplesmente conquistar o Reino de
Kush.

Eles quiseram também apagar a memória dos faraós negros e de sua cultura única.


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Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.