Festival da Assembléia Paraense


O cantor e compositor Osmar Júnior disputará com a música TARUMÃ DAS ESTRELAS a final do festival de música da Assembléia Paraense, em Belém, no dia 29/11/2007. A interpretação será de Amadeu Cavalcante

Veja a letra da composição

Êh Madame, êh maninha!
O meu Tarumã foi pras estrelas
Podendo vê-las do espaço sideral

Êh madame, êh maninha!
É a pangea última
É o meu tarumã
Sobrevoando outros planetas

É a pacha-mama a respirar o fogo
São essas águas a nos inundar
Ondas gigantes, ventos furiosos!
Estes sinais meu tarumã
A voz do tempo tarumã
Meu tarumã, meu tarumã.

Êh madame, êh maninha!
O meu tarumã foi coroado
É um papagaio empinado do quintal

Êh madame, êh maninha!
Foi contra a corrente
Contempla a vida
Pelos rios do universo

É a pacha-mama a respirar o fogo
São essas águas a nos inundar
Ondas gigantes, ventos furiosos!
Estes sinais meu tarumã
A voz do tempo tarumã
Meu tarumã, meu tarumã.

Das brasilidades tupi (lendária) e afro (musical), TARUMÃ DAS ESTRELAS é uma viagem ecológico-visionária no ritimo Balada de Marabaixo, expressões culturais da Amazônia-amapaense.

Na lenda, Tarumã é uma entidade senhora do tempo, que atende a pedidos humanos. No poder da imaginação (criadora) de Osmar Junior, o referido autor contempla Tarumã transportar-se ao sideral e de lá, na vez de satélite, emitir sinais sobre a sorte desta última pangea - presente conformação dos continentes na Terra.

Idéia-fonte, indígena; inspiração, amor à mãe-terra - pacha-mama; influência, arte afro-descentede e Caribenha (em verbetes e Salsa). Estes são os ingredientes que se mesclam neste sorrateiro grito de alerta que nos proporciona o compositor, na voz do cantor Amadeu Cavalcante.

Colabolação: Job Miranda