RUY SMITH DIZ QUE RELATÓRIO FINAL FOI POLÍTICO

O deputado Ruy Smith (PSB), membro da CPI da Saúde, se declarou contrariado com o relatório final da CPI, apresentado pelo relator, deputado Ricardo Soares (PT do B). O relatório foi votado nesta segunda feira, 10/11, e aprovado pela maioria dos membros da CPI, com o voto contrário de Ruy Smith.

Ruy Smith, argumentando o voto contrário ao parecer do relator, citou que a CPI teve um desfecho melancólico, pois ficou evidenciado o caráter eminentemente político do relatório, tendo em vista que apenas ao ex-secretário Jardel Nunes e mais dois funcionários foram imputadas todas as responsabilidades pelas pretensas irregularidades administrativas praticadas pela SESA. Ainda na defesa de seu voto, o deputado fez menção ao fato de que seu mandato jamais serviria para questões menores ou interesses pessoais, como o relatório denotava, visto que "no final de todo o trabalho, apenas o nome de Jardel e mais dois funcionários aparecem, como se na SESA não houvesse quaisquer outras pessoas que tivessem participação direta nos procedimentos administrativos. Certamente que isso é uma orquestração dirigida, com o objetivo específico que macular a figura do homem público que é Jardel Nunes. Se cabe ao gestor responder por práticas irregulares do órgão que dirige, unicamente pelo ônus do cargo, mesmo sem ter concorrido diretamente para os eventos, como se tipificou na apuração promovida pela CPI, cabe mais ainda aos que possibilitaram diretamente as falhas administrativas, mas a esses a CPI deu tratamento diferenciado, demonstrando que a única intenção era de atingir ao gestor máximo da Saúde naquele período. "

Citou Ruy Smith que, antes da sessão que apreciou o relatório final, procurou o deputado relator e informou a este que votaria favorável ao relatório se visse contemplado, naquele documento, que, do total de remédios sem validade existentes na CAF, parte era imputada à gestão de Jardel Nunes, parte ainda maior havia vencido na gestão da ex-governadora Dalva, e uma parcela restante já era de responsabilidade da gestão Waldez Góes, pois um relatório dos técnicos do TCE evidenciava este fato; mais, que não concordava que no relatório figurassem apenas os nomes de Jardel, do ex-presidente da CPL e da chefe de gabinete à época, visto que apenas essas pessoas não poderiam ter iniciado e concluído todos os processos de aquisição de medicamentos, e que a responsabilidade devia ser dividida com todos, pois as falhas porventura existentes eram coletivas e não de natureza individual. "Como o relator fez ouvidos de mercador para meu apelo, e como, em nenhum momento, a CPI pode vislumbrar a participação direta do Sr. Jardel Nunes em atos falhos da administração, ou, ainda, não comprovou qualquer ilicitude praticada à mando expresso daquele gestor, não posso concordar com o relatório, pois este documento não busca indicar os responsáveis, mas atingir a figura de Jardel; desta feita, não legitimarei, com meu voto, a perseguição pessoal e política a este cidadão."


( Gabinete do deputado Ruy Smith (PSB)


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O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
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Jacaré pequeno
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Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
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Madeira preta, gente grossa mal educada.