Racionamento de energia e agropecuária
influem no PIB dos estados

Os resultados das Contas Regionais de 2001, que acabam de ser divulgados pelo IBGE, mostram que o ano foi marcado pelo racionamento de energia elétrica, pelo bom desempenho dos principais produtos agrícolas e pela indústria ligada ao racionamento.

O estado do Mato Grosso do Sul, com taxa anual de 8,1%, foi o que mais cresceu. Também se destacaram Mato Grosso e Rondônia, com taxas em torno de 6,5%, Roraima e Amapá ( aproximadamente 6%), além de Pará, Paraná, Acre, Goiás, Amazonas e Santa Catarina ( com taxas entre 5% e 6%). A menor taxa foi registrada no Ceará (-1%), devido ao comportamento da indústria (-7%) e agropecuária(-13%).

O crescimento observado em Mato Grosso do Sul reflete o desempenho da agropecuária e pode ser explicado também pela baixa base de comparação, já que em 2000 foi o estado com o pior resultado.

Em relação à participação no PIB, sete estados vêm apresentando as maiores taxas desde o início da série, em 1985. São eles, por ordem decrescente: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Santa Catarina.

No caso das regiões Sudeste e Nordeste, o fato mais relevante para o baixo desempenho foi o racionamento de energia, com reflexo desfavorável nas indústrias. A performance adversa da agropecuária em quase todo o Nordeste, explicada pela seca, também foi fator relevante para a economia
desses estados.

Na região Sudeste, somente o Espírito Santo apresentou redução na agropecuária (-4%), por causa do café, que no ano anterior havia apresentado forte elevação na produção (64%). Os outros estados da região
tiveram bom desempenho nessa atividade: em Minas Gerais, a agropecuária cresceu 4% e em São Paulo, 3,1%.

O resultado favorável da agropecuária em geral é explicado pelo comportamento de alguns produtos agrícolas, principalmente soja e milho, e da pecuária, em particular, da avicultura e suíno-cultura para exportação.
A soja teve crescimento em volume de 15,5% no ano e nos estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Paraná e Mato Grosso o crescimento nessa produção foi de 45%, 25%, 20% e 9%, respectivamente. Dos grandes produtores, Goiás apresentou variação negativa (-1%).

Já a produção de milho cresceu em torno de 30%, com excelente desempenho de todos os grandes produtores ( Paraná, São Paulo, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina). Apenas Minas gerais registrou queda na produção.
A extrativa mineral, especificamente o petróleo, manteve seu bom desempenho, crescendo 4%. o Rio de Janeiro, que detém 75% de participação nessa atividade, mostrou variação de 6%. Em 2001, a região Nordeste aumentou sua participação, devido ao bom desempenho do petróleo em Sergipe e na Bahia.


Comunicação Social
11 de dezembro de 2003


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Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
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Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.