Governo anuncia plano
de emergência
para recuperar mala viária.

O governo terá que desembolsar aproximadamente R$ 1 milhão para recuperar parte da malha viária do Estado. Foi o que afirmou o governador Waldez Góes (PDT) nesta sexta-feira (10), em entrevista coletiva na Sala de Reuniões do Palácio do Setentrião.
Um plano emergencial para recuperação das estradas e das vicinais foi montado pela Setrap (Secretaria de Estado dos Transportes) e começa a ser executado a partir da próxima semana.

O governador informou que ficou tomando conhecimento da situação crítica em que se encontravam tanto as estradas principais como também as vicinais, ainda no período de transição.

“Na ocasião eu já manifestava minha preocupação quanto a esse problema. Para nós que vivemos em Macapá ou em Santana, não conseguimos, na maioria das vezes, ter a verdadeira dimensão do que esse problema representa”, disse.

O governador Waldez Góes lembrou que na campanha defendeu, dentre outros pontos importantes, o que ele denominou de programas estruturantes. “Um deles é o Transporte Intermodal. Com este projeto vamos procurar interligar tudo o que for relacionado a área de transportes, ou seja, interligar uma modalidade com a outra. Logicamente que estradas tem uma função muito grande. Mas nós estamos preocupados também com os portos, aeroporto, rodovias, ferrovias, hidrovias”.

Como o relatório da Comissão de Transição era parcial, o governador determinou que a Setrap (Secretaria de Estado dos Transportes) fizesse um levantamento completo das condições em que se encontram hoje as estradas amapaenses e as vicinais. O resultado do levantamento foi divulgado hoje na coletiva.

Os técnicos da secretaria detectaram muitos pontos críticos nas BRs 156 e 210. “É lamentável essas estradas não terem tido conservação. Sobre tudo no último ano. E hoje está aí uma realidade muito difícil para se enfrentar. Mas pelo menos, na primeira semana este governo, a Secretaria de Transportes, já fechou este primeiro diagnóstico, investigou os pontos críticos, os caminhos e investimentos que deveremos fazer para recuperar máquinas, definir estratégias e executar o serviço com recursos do próprio Estado”, adiantou.

De imediato, o governo pretende deslocar para os pontos mais críticos, equipes de patrulha mecanizada para ficar de prontidão esperando para a qualquer momento entrar em ação.

“Como estamos no Inverno vai ser muito difícil a execução desses serviços. Não vai ser fácil para o nosso governo honrar esse compromisso. Mas a qualquer tempinho favorável, os homens entram em ação para recuperar os trechos mais críticos.

Joel Elias

 


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O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
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É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
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Perto ou em volta de alguma coisa
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Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
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Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
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Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
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Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
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Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
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Madeira preta, gente grossa mal educada.