Novo programa estimula
desenvolvimento
sustentável na Amazônia

O Programa de Desenvolvimento Sustentável da Produção Familiar Rural na Amazônia (Proambiente) é um programa socioambiental direcionado aos produtores e produtoras familiares da Amazônia Legal. Está voltado para a produção de sistemas equilibrados de produção, como o manejo integrado dos recursos naturais.

O objetivo é permitir que os produtores não sejam apenas fornecedores de produtos agroextrativistas - como alimentos, fibras e borrachas -, mas também, produtores de serviços ambientais à sociedade.

Para isso, o produtor ou produtora rural vai contar com um financiamento ou apoio para um projeto técnico de produção sustentável, recebendo a cobertura de custos ambientais e remuneração de serviços ambientais prestados à sociedade, além de apoio para a organização social, equipe técnica exclusiva e processo de certificação socioambiental independente.

A adesão ao programa, por parte de agricultores familiares, só é permitida por meio de uma organização social que formará um pólo de aproximadamente 500 famílias. Esse pólo corresponde a uma microrregião, envolvendo cerca de três municípios, de acordo com a área de cada um. As famílias participantes em cada pólo assinarão um termo de adesão se comprometendo a seguir as diretrizes socioambientais do programa.

Em uma primeira fase, serão implementados 12 pólos pioneiros, atendendo seis mil famílias nos nove estados da Amazônia Legal.

Crédito rural - Atualmente, o produtor familiar rural tem um rebate
de cem por cento, somados os encargos, dos financiamentos do crédito rural. O Programa de Crédito Ambiental vai permitir ao produtor rural um rebate de 60% para os financiamentos. Os outros 40% serão custeados por um Fundo Ambiental, cujas fontes são o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além disso, o Fundo Ambiental vai remunerar os custos ambientais, em cinco parcelas diretas, equivalentes a dez por cento do financiamento.

Para os produtores familiares que optem por não aderir à linha de
crédito e decidam financiar os projetos com recursos próprios, existe o Programa de Serviços Ambientais: assim, o produtor é diretamente recompensado com a remuneração de serviços ambientais, equivalentes a 40% do financiamento, e a cobertura de custos ambientais, equivalentes a 10%.

A proposta original do Proambiente surgiu em maio de 2000, iniciativa das Federações de Trabalhadores na Agricultura (Fetags) dos estados da Amazônia Legal, durante o Grito da Amazônia 2000. O Projeto Proambiente foi criado em janeiro de 2001, dentro de um dos quatro programas de pesquisa do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) - o Programa Floresta e Comunidade. Durante o ano de 2001, foram realizados diversos encontros, reuniões e seminários para a construção do programa e estruturação dos pólos.

O Proambiente é uma iniciativa das Fetags, do Movimento Nacional dos Pescadores (Monape) e da Coordenação das Nações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab). Conta com o apoio técnico da Federação dos Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase) e Ipam. O ministérios do Meio Ambiente (MMA) e do Desenvolvimento Agrário (MDA) também participam do programa. (NEAD)


 

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.