Avaliação preliminar da Sejusp indica carnaval tranqüilo

A Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) deverá divulgar na quinta-feira, 10, um relatório oficial contendo os números da violência no carnaval 2005. A avaliação preliminar divulgada na quarta-feira de cinzas pelo setor de segurança pública quanto aos índices de ocorrências é de que o Carnaval foi tranquilo.

Durante o período de carnaval foram disponibilizados 2,6 mil policiais para trabalharem a segurança da população nas duas principais cidade do Estado: Macapá e Santana.

Antônio José Silva Soares, secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública, informou que 1,8 mil homens da Polícia Militar (PM); 320 do Corpo de Bombeiros Militar; 400 da Guarda Municipal e Empresa Municipal de Transportes Urbanos (Emtu) e 80 homens da polícia civi foram mobilizados para a operação.

O secretário destacou que este foi o primeiro ano que o Amapá registra um carnaval sem graves ocorrências.

Para o secretário, a integração do sistema de segurança pública e a distribuição correta do efetivo policial em áreas estratégicas da cidade durante o carnaval foram decisivos para garantir um policiamento eficiente.
O secretário explicou que em locais como Sambódromo, Orla do Santa Inês, Praças da Bandeira e Beira Rio, o policiamento foi reforçado. “Em cada quarteirão havia um grupo de policiais preparados para qualquer eventualidade”, esclareceu.

Antônio Soares avaliou que este ano, ó sistema de segurança pública acertou em dois pontos principais: distribuição correta do policiamento na rua e coordenação unificada dos trabalhos. Soares reforçou que antes do patrulhamento efetivo da polícia, foram realizadas reuniões com representantes de todas as polícias envolvidas e dos organizadores do carnaval do Sambódromo e da Orla do Santa Inês.

ATENDIMENTO- A médica legista Carmem Lúcia Lobato, diretora do Hospital de Emergência (HE) em Macapá, solicitou na quarta-feira, 09, às equipes de plantão que trabalharam no carnaval, relatório sobre atendimento durante as festas carnavalescas. O relatório vai apontar os atendimentos feitos no HE e nos postos fixos do Sambódromo e do Ceforh, que funcionou durante a apresentação tradicional d’A Banda. Segundo Carmem Lobato, durante o final de semana de carnaval não foi registrado nenhuma morte violenta.


Edy wilson Silva

 


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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.