Estatísticas do registro civil

O IBGE divulgará amanhã, às 10 horas, no auditório da Av. Chile, com transmissão pela TV IBGE, as Estatísticas do Registro Civil 2006.

Participarão da entrevista coletiva o Coordenador da Coordenação de População e Indicadores Sociais (Copis), Luiz Antônio Oliveira; o Gerente de Estatísticas Vitais e Estimativas Populacionais, Cláudio Dutra Crespo; e o Gerente da pesquisa, Adalton Amadeu.

A publicação impressa terá um CD-ROM com o arquivo em formato PDF e o plano tabular em excel, além de tabelas com resultados para todos os municípios. O material ficará disponível no portal do IBGE na internet, incluindo o Sidra.
Não haverá lançamento na UE-AP.


Seguem dez chamadas/notícias relevantes para o Amapá, extraídos da publicação:

1 - Houve crescimento de registros de nascimentos somente em quatro estados brasileiros: Roraima, Pará, Amapá e Tocantins, comparando-se os resultados de 2006, por Unidades da Federação, aos do ano 2005.

2 - O Amapá foi a UF que apresentou a terceira maior proporção de registros tardios, 33%, atrás apenas de AM (36,4%) e Pará (34,8%).

3 - Entre as UF, para o ano 2006, os maiores percentuais de nascimentos de mães adolescentes foram observados no Maranhão, Pará e Tocantins, respectivamente, 27,6%, 26,8% e 26,6%, enquanto os menores foram observados no Distrito Federal (15,3%) e em São Paulo (16,6%). O Amapá ocupou a 8ª posição com 24,0%.

4 - No Amapá foi registrado o maior percentual de óbitos neonatal precoce, (65,1%).

5 - No ranking da proporção de mortes violentas em relação ao total de óbitos, do sexo masculino, considerando as seis primeiras posições, quatro são ocupadas por UF da região norte. O Amapá ocupa a terceira posição com 22,0%. As maiores incidências estão em Rondônia (31,9%) e no Mato Grosso (22,2%).

6 - Para o o grupo de idade de 15 a 24 anos do sexo masculino, as maiores taxas de mortalidades estão no RJ, ES, PE e AP, respectivamente, 216,1 , 203,8 , 203,6 e 169,6.

7 - Comparando-se essas taxas com os anos de 2002 e 2005, o Amapá obteve êxito no período mais longo, porêm malogro no mais curto. A variação entre 2002 e 2006 foi de menos 30,5 e entre 2005 e 2006 foi de mais 16,8.

8 - A taxa de mortalidade por causas violentas para o grupo de 15 a 24 do sexo feminino apresenta duas UFs da Região Norte entre as quatro primeiras posições. Mais uma vez o Amapá aparece com dados preocupantes, ocupando a 4ª colocação com 22,1(%).

9 - No Acre e no Amapá, os homens com mais de 60 anos se casaram mais do que nas outras UFs. Respectivamente aquelas UFs apresentaram 9,4 e 6,0 na taxa de nupcialidade dos idosos.

10 - Para fundamentar a separação, a conduta desonrosa ou grave violação dos deveres do casamento pesou em 18,8% das separações judiciais não consesuais consedidas no estado do Amapá. Esse foi o maior percentual entre as UFs.