Força-Tarefa vai agilizar investigações sobre desvio de dinheiro público

O Procurador-geral do Ministério Público Estadual (MPE), Jair Quintas, anunciou hoje a criação de uma Força-Tarefa destinada a dar mais agilidade
a procedimentos investigatórios sobre desvio de dinheiro público. Uma comissão formada por dois procuradores e quatro promotores de Justiça tem a partir de agora trinta dias para concluir casos como o da Agência de Fomento do Amapá (Afap) e os desdobramentos da chamada Operação Pororoca, desencadeada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal há uma semana.

A portaria com os nomes dos membros do MPE que compõem a Força-Tarefa foi assinada no final da manhã de hoje a partir de amanhã o grupo já irá se debruçar sobre cerca de 45 processos que tramitam na Promotoria de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Público. "São muitos procedimentos instaurados que estavam sobrecarregando o único promotor que atua nessa área", explicou Jair Quintas.

Ainda de acordo com as declarações do dirigente do MPE, o a Força Tarefa contará com toda a estrutura necessária para acelerar as investigações, como, por exemplo, a lotação de técnicos e especialistas como economistas, contadores e auditores. "Esses processos envolvem denúncias de desvio de recursos públicos seja estaduais ou mesmo municipais. Entre elas estão questões como improbidade administrativa de gestores públicos e até de má administração de caixas escolares", adiantou o procurador-geral.

Ainda de acordo com declarações de Quintas, devido a Operação Pororoca ter levantado várias denúncias de fraudes no serviço público, a Força Tarefa
irá fazer um cruzamento de informações com as denúncias que estavam em curso na Promotoria do Patrimônio Público. "A população espera por respostas mais rápidas a todos esses questionamentos, daí nossa iniciativa de formar essa comissão de procuradores e promotores de Justiça, que irá contar com todo o apoio necessário para realizar um bom trabalho", concluiu.


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Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.