Entenda o que é o PIB e como é calculado pelo IBGE
da Folha Online

O PIB - Produto Interno Bruto - é um dos principais indicadores de uma economia. Ele revela o valor de toda a riqueza gerada no país durante o ano.

Quando os economistas dizem, por exemplo, que o PIB brasileiro no primeiro semestre de 2001 foi de R$ 571,5 bilhões, eles estão afirmando que os setores da economia do país - agropecuária, indústria e serviços -criaram, juntos, riquezas nesse valor

O IBGE precisa fazer esses cálculos para toda a cadeia produtiva brasileira. Ou seja, ele precisa excluir da produção total de cada setor as matérias-primas que ele adquiriu de outros setores.

Depois de fazer esses cálculos, o instituto soma a riqueza gerada por cada setor, chegando à contribuição de cada um para a geração de riqueza e, portanto, para o crescimento econômico.

Exemplo

1 - Imagine que o IBGE queira calcular a riqueza gerada por um artesão. Ele cobra, por uma escultura de madeira, R$ 30. No entanto, não é esta a contribuição dele para o PIB.

2 - Para fazer a escultura, ele usou madeira e tinta. Não é o artesão que produz esses materiais, ele teve que adquiri-los da indústria. No preço de R$ 30, ele inclui os custos para adquiri-los.

3 - Assim, se a madeira e a tinta custaram R$ 20, a contribuição do artesão
para o PIB foi de R$ 10, não de R$ 30. Os R$ 10 foram a riqueza gerada por
ele ao transformar um pedaço de madeira e um pouco de tinta em uma escultura.

ENTENDA COMO O IBGE CALCULA O PIB BRASILEIRO

O PIB é calculado pelo Departamento de Contas Nacionais do IBGE, que o divulga trimestralmente.

Primeiro, é apresentada a variação percentual do crescimento ou da retração da economia. Depois de 45 dias sai o valor em reais do PIB, ou seja, o tamanho da economia. Também é feita uma pesquisa mais ampla para estabelecer o PIB anual, sempre apresentada em dezembro.

Para fazer o cálculo do PIB trimestral, o Departamento de Contas Nacionais
primeiro coleta os dados que já estão disponíveis em outros departamentos
do órgão, como os relativos à indústria e agropecuária
Informações não disponíveis nos outros departamentos, como as de energia, comunicações e sobre impostos, são solicitadas diretamente às empresas e aos governos municipais, estaduais e federal. São pesquisados somente impostos sobre produtos, como ICMS e IPI.

O IBGE aguarda a resposta das empresas. Caso elas não informem em tempo hábil para inclusão no cálculo do PIB, os dados são estimados com base no comportamento do trimestre anterior ou dos últimos 12 meses, dependendo do caso.

A projeção não leva em conta a evolução do cenário econômico, como o aumento de juros, por exemplo. Somente observa a evolução passada de determinado setor ou empresa que deixou de dar as informações.

Ao longo do processo de recolhimento dos dados, as informações são checadas - e confirmados ou corrigidas - com os "informantes" (governos, empresas ou os próprios departamentos do IBGE). Essa checagem é feita caso o técnico responsável por cada setor da economia desconfie de algum erro.

De posse de todos os dados já confirmados, os técnicos atribuem aos produtos que são pesquisados sem o preço - como os da indústria e de agropecuária, que são pesquisados por quantidade pelos respectivos departamentos do IBGE - um valor para chegar ao cálculo do PIB.

Esse preço é estabelecido com base no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do próprio IBGE, para os produtos vendidos ao consumidor final.

No caso de itens comercializados entre as indústrias e empresas, o índice usado é o IPA (Índice de Preços no Atacado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Dependendo do preço de cada produto e da quantidade produzida, o IBGE atribui pesos aos itens e aos ramos de atividade da economia para calcular o PIB. A indústria de transformação, por exemplo, tem peso de 22,48% no cálculo do PIB.

Os pesos dados aos produtos no PIB podem ser diferentes dos atribuídos na Pesquisa Mensal da Indústria, que mede a produção do setor. Isso porque no primeiro caso leva-se em conta os preços. No segundo, somente consideram-se as quantidades.

O único setor que o Departamento de Contas Nacionais do IBGE pesquisa em campo é o de impostos, no qual os dados são coletados nas diversas esferas de governo. Nos demais, as perguntas são encaminhadas às empresas ou usadas informações de outros departamentos do órgão.


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.