Novos tempos?
Assembléia cria escola de cidadania.

Por unanimidade a Assembléia Legislativa aprovou ontem, terça- feira, projeto de resolução, de autoria do presidente Lucas Barreto, criando a Escola do Legislativo que objetiva a formação e o aperfeiçoamento profissional dos servidores da AL, a promoção de cursos livres e eventos para o público externo, incluindo agentes políticos, servidores municipais, técnicos das diversas instituições, professores, líderes comunitários e a comunidade em geral. Para a população de baixa renda serão também oferecidos cursos de informática.

A Escola, explica Lucas Barreto, vai estimular a reflexão, a criação, sistematização e a difusão de conhecimento técnico especializado na área legislativa, por meio de pesquisas e de publicações diversas. "A escola vai desenvolver um trabalho de educação para a cidadania", enfatiza Barreto.

"Fiquei muito feliz com esse projeto porque a sociedade vai ter acesso ao processo legislativo efetivamente falando", diz o deputado Paulo José - que é advogado.

Eider Pena considera a iniciativa louvável. Ele ressalta que a função da AL é legislar, mas agora com essa Escola passa a ter também uma função social. "Só tenho a parabenizar o presidente da Casa por isso".

"A Assembléia estava muito afastada do povo", diz Dalto Martins. E completa: "Ao executar um projeto desse, que traz grande benefício social, se promove uma integração do Poder Legislativo com a sociedade". Para Ricardo Soares, a Assembléia está "abrindo as portas" para a comunidade e possibilitando ao cidadão que conheça melhor o Legislativo e saiba o que este Poder representa para a sociedade e para o Estado.

A Escola do Legislativo, também chamada de Escola da Cidadania, deve começar a funcionar ainda este semestre. Os próximos passos são o aluguel de um prédio para abrigá-la e a busca de apoio junto ao Senado Federal para aquisição de 50 computadores.

O governo do Estado já manifestou o desejo de ajudar na sua implantação.

( Assessoria de Imprensa )

 


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Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.