Primeira exportação brasileira de gado vivo sai da Amazônia

Gado à bordo


Durante o fim-de-semana, o Brasil fez a primeira exportação de gado vivo para o Oriente Médio. Dois mil bois embarcaram no porto de Vila do Conde, no Pará, em direção ao Líbano.

A cada 10 minutos chegava ao porto de Vila do Conde, no município de Barcarena, um caminhão carregado de gado. Pela primeira vez, o Brasil exporta o animal vivo para o abate no exterior. O Pará é o pioneiro no negócio.

Duas mil cabeças de gado foram compradas em 10 municípios do Estado por uma empresa libanesa. Para o exportador o segredo está na saúde do animal.

"Sobre a questão da aftosa, cumprimos os regulamentos estabelecidos pelo Ministério", diz o criador Fernando Queiróz.

Uma superestrutura foi montada para transportar os animais para fora do Brasil. Nos currais preparados dentro de um navio muito conforto e comida não vão faltar durante os 17 dias de viagem até o Líbano.

No navio de dois andares chamado de curral flutuante tem 124 metros de comprimento e capacidade para transportar 25 mil toneladas. O navio foi abastecido com 100 mil litros de água potável e 360 toneladas de ração.


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Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.