Waldez leva equipe para o Congresso
mundial de Parques na África do sul

O governador do Amapá, Waldez Góes estará presente no Congresso Mundial de Parques, aberto na última segunda-feira, 8, em Durban, África do Sul. Trata-se do maior fórum global da conservação ambiental. Waldez viajou esta madrugada, acompanhado de uma equipe de governo formada pela Casa Civil (Alberto Góes), Sema (Edvaldo Souza), Secom (Olimpio Guarany), APC (Marília Góes) além de pesquisadores do Instituto de Estudos e Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa) e deputados estaduais que fazem parte da comissão que estuda a instalação do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque.

O Congresso Mundial de Parques acontece a cada dez anos, é organizado pela União Mundial pela Natureza (IUCN) e está em sua quinta edição.

Mais de 2.500 pessoas, entre elas gestores de unidades de conservação, representantes de governos, cientistas, ambientalistas e lideranças indígenas participam do evento. Com o tema “Benefícios além das Fronteiras”, o encontro tem por objetivo mostrar como as áreas protegidas são relevantes para as agendas econômicas, sociais e ambientais do homem do século 21. As inter-relações entre parques e desenvolvimento sustentável são o pano de fundo das discussões.

A expectativa é que o Brasil tenha destaque significativo no Congresso por conta dos programas dsenvolvidos ou em perspectiva para a ASmazônia. Por um lado, é a região onde se encontram os maiores e mais ricos blocos de florestas tropicais do mundo, com oportunidades concretas para o país de capitalizar sobre os valores de sua biodiversidade. Por outro, a participação de vários representantes do governo brasileiro no Congresso, como os governadores do Amapá e do Amazonas, reflete a vontade política de preservar o meio ambiente. Estão previstos para os próximos dias anúncios de novos e importantes programas de conservação nesses estados.

Além de defender a criação de novas áreas protegidas, o Congresso debate as possíveis fórmulas de promover a conectividade entre elas, ou seja, de formar Corredores Ecológicos. Um consenso no meio científico leva a crer que as chances de sobrevivência da biodiversidade, no longo prazo, aumentarão significativamente com um planejamento para conservação em escala regional ou que contemple grandes unidades de paisagem. Esse mosaico de usos da terra compreende uma rede de parques, reservas, estações de pesquisa e outras áreas de manejo menos intensivo, que são gerenciadas de maneira integrada para garantir a sobrevivência do maior número possível de espécies de uma região.

Se a cobertura terrestre desfruta de proteção insuficiente, os esforços de preservação dos ecossistemas aquáticos são ainda menores. De acordo com a IUCN, apenas 1,5% de todos os sistemas de água doce estão sob algum tipo de proteção. Por isso, neste ano, o Congresso Mundial de Parques também promove simpósios e painéis para decidir ações prioritárias para esses recursos cada vez mais escassos no planeta.

Outras questões de relevância serão endereçadas durante o Congresso, a exemplo dos mecanismos financeiros de longo prazo para a manutenção de áreas protegidas e os crescentes conflitos em países, como Colômbia, Filipinas, Sri Lanka, ou República Democrática do Congo, que enfrentam imensos desafios para proteger elementos vitais da biodiversidade do planeta, situados em seus territórios.
O governador do Amapá, Waldez Góes, vai palestrar neste sábado, 13, durante Work Shop intitulado “Construindo parcerias para um sistema adequado global de áreas protegidas”. No dia 16, terça-feira, o governador lança em Durban o Corredor da Biodiversidade do Amapá, uma parceria entre o Brasil e a França. E na quarta-feira, 17, ele ainda participa de um painel com lideranças políticas.

Renivaldo Costa


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Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
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Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.