Empresas têm até dia 30 para concluir parcelamento do Simples

De acordo com a Receita Federal, até agora, apenas 17,7% do total das empresas que pediram o parcelamento dos débitos enviaram os dados para concluir a operação.

As micro e pequenas empresas, optantes do Simples (Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuição das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte), que solicitaram parcelamento de débito junto à Receita Federal, têm até o dia 30 de dezembro para concluir o pedido de repactuação da dívida.

Para isso, precisam enviar à Receita Federal informações relativas ao valor do débito a ser parcelado e, se for o caso, incluir dívidas não-declaradas à Receita por ocasião do pedido de parcelamento.
De acordo com a Receita, cerca de 135 mil empresas fizeram o pedido de renegociação, mas, até agora, apenas 24 mil, ou seja, 17,7% concluíram o processo.

A adesão ao parcelamento dos débitos do Simples pôde ser feita até o dia 30 de setembro. Na ocasião, para confirmar o pedido, o contribuinte teve que fazer o pagamento da primeira parcela de, no mínimo, R$ 50,00.

Quem aderiu ao programa recebeu uma correspondência em que consta a senha de acesso à internet, para que possa prestar as informações devidas ao Fisco para concluir o pedido.
Caso a empresa ainda não tenha recebido o comunicado com a senha de acesso ao sistema, é preciso procurar uma unidade da Receita Federal para obter o código.

Após o envio das informações à Receita, a empresa ainda terá que solicitar ao banco uma autorização para débito em conta das parcelas. Enquanto isso não for feito, o contribuinte continuará recebendo o documento de cobrança no endereço informado para correspondência.

A Receita Federal alerta às empresas para que concluam a renegociação antes do final do prazo. Caso contrário, poderão ser excluídas do programa de parcelamento. As empresas que aderiram ao programa puderam parcelar o débito em até 60 meses, desde que o valor mensal de pagamento não ficasse inferior a R$ 50,00.



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Perau
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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.