Universidade vai torturar
voluntários para saber se
fé alivia a dor


Crucifixo


Voluntários poderão ser expostos a símbolos religiosos durante. experiência.

Cientistas da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, vão torturar pessoas em laboratório para verificar se a fé em Deus é uma forma eficaz de aliviar a dor.

O estudo, que será acompanhado por neurologistas, farmacologistas, filósofos e teólogos, buscará saber como crenças religiosas se manifestam no cérebro humano.

Entre as experiências a serem realizadas, será esfregado um gel à base de
pimenta na pele de voluntários, que serão convidados a tentar estratégias diversas para minimizar a sensação de ardor. Para as pessoas com forte convicção religiosa, entre essas estratégias estará a fé.

Enquanto estiverem sofrendo, voluntários serão expostos a símbolos religiosos como imagens da Virgem Maria ou um crucifixo.

Mudança no cérebro

Em outro teste, o vice-diretor do Centro de Oxford para a Ciência da Mente, Toby Collins, usará anestesia e equipamento para observar transformações nos tecidos do cérebro para investigar as fronteiras da consciência.

"Dor tem sido um ponto central para muitos problemas em que pensadores religiosos e outros têm se concentrado", disse o neurocientista do departamento de fisiologia de Oxford, John Stein.

A neurologista Susan Greenfield, do Centro para a Ciência da Mente, disse
que serão usados testes de ressonância magnética para verificar o grau de influência de crenças religiosas e espirituais, tais como "a crença ilógica na superioridade inata do homem".

O estudo deverá durar dois anos e deverá receber fundos da ordem de US$ 2 milhões da Fundação John Templeton, que tem cunho filantrópico e é sediada nos Estados Unidos.


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Matinta-perêra
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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.