... Vale vai produzir ferro-gusa no Pará ainda este ano -

Por meio de uma parceria com a empresa de siderurgia norte-amaricana Nucor, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) deverá começar a produzir ferro-gusa a partir de outubro deste ano. A usina, com sede em Marabá, já está em construção e terá um investimento total de US$ 80 milhões. A construção da usina gerou 600 empregos diretos e depois que estiver fronta deverá empregar 300 trabalhadores. O diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da CVRD, Dalton Nosé, disse ontem que a usina produzirá 380 mil toneladas de ferro-gusa.

De acordo com Nosé, toda a produção será vendida para a Nucor dos Estados Unidos. Nosé comentou ainda que o ferro-gusa vive um bom momento, em termos mercadológicos, porque o preço da tonelada, que ano passado estava em US$ 90, agora passou para mais de US$ 300. ?Estamos trazendo investidores para o Brasile principalmente para o Estado do Pará. A idéia é ter um parceiro como sócio-consumidor. Isso a CVRD já fez com os japoneses, esponhóis, coreanos e agora está fazendo com os americanos. Além disso, os contratos são a longo prazo e com um período mínimo de cinco anos. Os preços são discutidos anualmente?, detalhou Dalton Nosé.

Outro ponto desta parceria entre a CVRD e a Nucor está relacionado ao meio ambiente. A matéria-prima usada para ativar o auto-forno virá das florestas replantadas com eucalipto, que será transformado em carvão vegetal. Ao todo, são 35 mil hectares de floresta replantada e, a cada dez mil metros quadrado (um hectare), dá para se retirar 1,5 mil árvores. "O que for retirado também será replantado. Por isso, a floresta nativa continuará intacta", complementou Nosé. O que motivou a CVRD a buscar esta parceria com a Nucor foi o desenvolvimento de um conceito que elimina o auto-forno. A questão é que este novo método norte-americano, por meio de um forno elétrico, produz um aço com teor de impureza acima da média. É justamente neste contexto que o ferro-gusa produzido pela CVRD se encaixará, ou seja, adicionando à matéria-prima brasileira, o aço produzido ficará puro.(amazonia.org.br)

Comentário
E a Sólida diz na nossa cara que não vai plantar floresta no Amapá.
Marco Chagas

 

 


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Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.