Br-156: Sem chover há quatro dias volta
a esperança de recuperação da rodovia

Não chove há quatro dias na região de Tartarugalzinho e Pracuuba. A melhora no tempo permitiu que os trabalhadores da Setrap (Secretaria de Estado dos Transportes) avançassem no serviço de construção de um desvio para melhorar o tráfego na BR 156.

Ontem, no final da manhã, a Defesa Civil autorizou a passagem dos caminhões com alimento e gás que foram parados na barreira montada na saída de Tartarugalzinho. Alguns já aguardavam há cerca de oito dias para passar com destinos, principalmente, à Oiapoque.
Na sexta, sábado e domingo, dias que mais choveram na região, o trator da Setrap conseguiu passar apenas um caminhão por dia. Já na terça e quarta-feiras, foi possível atravessar cinco veículos.

Com o tempo bom, a lama que acumulava na pista secou permitindo o tráfego, mesmo que de forma moderada, no trecho mais crítico que vai do ramal do Pernambuco até a localidade do Flexal, em Pracuuba, os veículos estão passando sem a necessidade da ajuda do trator.

As máquinas agora estão sendo utilizadas na abertura do desvio, trabalho que conta com a colaboração da CR Almeida, empresa que venceu a licitação para o serviço de pavimentação desse trecho da rodovia.

O engenheiro Montes Truck, representante da Huesker, empresa de quem foi adquirido o fornit, afirmou que com a estiagem, dará para testar de forma mais efetiva o material importado da Alemanha.

Fabricada com fibra de polietileno, o fornit será utilizado primeiramente em 600 metros dos 3,5 quilômetros de desvio que está sendo construído.

A fixação do material será feita com o trabalho normal de aterramento e terraplanagem da pista. Depois de preparado a terrena, será colocada ainda uma camada de brita (pedra), uma de areia e duas do Fornit. O material tem capacidade de suportar até 35 toneladas.

Está previsto também o material ser usado nos trechos mais críticos da rodovia. Mas só após os primeiros testes é que a Secretaria de Transportes deverá confirmar se vai manter o uso do fornit ou não.

O governador Waldez Góes (PDT), acompanhado do ministro dos Transportes, Anderson Adauto Pereira, e de uma comitiva de parlamentares amapaenses sobrevoou a área, ontem, pela manhã, mas não chegou a pousar no local.

Joel Elias,


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Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
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Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.