Produtos do Amapá fazem
sucesso no Brasiltec 2003

Fitoterápicos, fitocosméticos, plantas aromáticas, cerâmica mineralizada, artesanato indígena, rochas ornamentais e os móveis do Amapá fizeram sucesso no Salão e Fórum de Inovação Tecnológica e Tecnologias Aplicadas nas Cadeias Produtivas - Brasiltec 2003, realizado em São Paulo no início de agosto.

Um bom exemplo da aceitação dos produtos do Amapá foi o interesse da Pinacoteca de São Paulo em obter máscaras confeccionadas em resina de açaí. “Apesar de não ser uma exposição voltada para a comercialização, todas as peças levadas foram vendidas”, diz Rosângela Costa, presidente da Associação de Mulheres da Vila do Coração, que levou diversas peças artesanais. Foi a primeira vez que o Estado participou do evento expondo produtos.

O evento promovido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos - Finep, mostrou a importância da tecnologia para o setor produtivo, criando oportunidades de parcerias e negócios entre os expositores e a iniciativa privada.

Stand
O stand do Amapá, de 64 metros quadrados, foi decorado com móveis e artesanato regional. “O espaço do Amapá chamou a atenção dos visitantes do salão. Havia muita curiosidade sobre o Estado, recebemos elogios de pessoas ligadas à Finep e à Petrobras”, lembra Tereza Ribeiro, da Divisão de Apoio ao Setor Produtivo da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Setec).

Para Marcelo Creão, da Divisão de Projetos da Setec, a participação do Estado superou as expectativas e deixou uma impressão bastante positiva, tanto no público visitante e quanto nos empreendedores de várias partes do País. “Fizemos uma reunião com os técnicos participantes do evento e concluímos que a participação do Amapá foi bastante positiva, estamos começando a mostrar a nossa cara lá fora”, avalia.

Sob a coordenação da Setec, todas as secretarias de Estado participaram da elaboração ou da exposição do Brasiltec 2003.

Empresas participantes
A Associação de Artesãos do Estado do Amapá, Associação das Louceiras do Maruanum (produtos naturais); Amazônia Móvel, Novo Tempo Móveis e Decorações, Artemac (móveis e design em madeira da Amazônia); Cooperativas dos Produtos de São Joaquim do Pacuí, Cooperativa Mista Extrativista Vegetal dos Agricultores de Laranjal do Jari, Cooperativa Mista Extrativista Vegetal e Animal dos Produtores do Arquipélago do Bailique, Cooperativa Mista Extrativista Vegetal e Animal dos Produtores do Rio Iratapuru, Tempero da Cuca, Nativa da Amazônia e Sabor da Terra (empresas incubadas no Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá) participaram do evento.

Márcia Serrano

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.