Sites a R$ 1,00 para micros e
pequenos empresários do Amapá

Os micros e pequenos empresários do Amapá vão ter, a partir do dia 2 de fevereiro, um novo meio para divulgarem seus produtos, a internet, através do portal www.amapaglobal.com. E para fazerem parte da rede mundial de computadores eles vão ter que disponibilizar apenas R$ 1,00. Segundo o responsável pela elaboração do projeto, Salvador Henrique, o preço corresponde à criação do site. Pelo serviço de manutenção será cobrado R$ 65, “ainda bem abaixo da tabela”.

“Durante esses anos, percebemos que o micro e empresário estavam em desvantagem em relação ao grande empresário justamente por não fazer parte desse mundo. Está mais do que provado que a internet dobrou o volume de comercialização das principais empresas do país e do mundo e estamos disponibilizando esse serviço a um custo bem abaixo de mercado”, explicou Salvador.

Hoje no Amapá, são poucos os micro e pequenos empresários que possuem sites. A possibilidade de conseguir um novo meio para divulgar e até mesmo comercializar o produto agradou a todos.

“Divulgamos nossos produtos apenas através de feiras e eventos como o equinócio. Sabemos que hoje a internet se tornou uma referência mundial e que todos podem ter acesso e essa oportunidade que estamos recebendo está sendo muito bem vista por todos nós, principalmente em se tratando de custos”, disse José Carlos, presidente da Associação de Moveleiros do Amapá.

Em primeiro instante, os sites serão usados apenas para a divulgação dos produtos. Mas adianta que nada impossibilita que mais tarde seja usado também para comercialização. “Isso vai depender do próprio empresário. Ele mesmo irá observar a necessidade de transformar o site em uma ferramenta de comercialização”, explicou Salvador.

Serviço:

Sebrae no Amapá: (96) 214-1435

Salvador Henrique: (96) 3083-1060


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.