Operação policial apreende quase
200 máquinas “Caça Níqueis” na cidade

Uma operação conjunta das Polícia Civil, Militar e Federal denominada “Caça Níquel”, resultou na apreensão de quase 200 máquinas utilizadas na exploração desses jogos na cidade. O delegado de polícia civil, Hernani Soares, titular da 6ª Delegacia de Policial Civil, em Macapá, garante que o objetivo do trabalho foi coibir mesmo o uso desses equipamentos. A operação, segundo o delegado, reuniu cerca de 250 policiais, que estavam inclusive com mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça local.

Através da apreensão das máquinas, a Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), juntamente com as outras forças policiais, pretende desvendar o “cartel” dos “Caças Níqueis”, no Estado e conseqüentemente chegar até os donos desses equipamentos.

Segundo a polícia todos os bares, restaurantes, lanchonetes e outros estabelecimentos que mantinham “Caça Níquel”, funcionando foram surpreendidos com a presença da polícia.

As polícias Civil e Federal ficaram com a parte operacional, fazendo o lacre e o transporte das máquinas para a 6ª Delegacia de Polícia. Na avaliação do secretário de Estado da justiça, Eder Geraldo de Abreu, o objetivo da operação foi alcançado. “O trabalho foi altamente positivo e demonstra a disposição das polícias em combater as organizações criminosas no Estado”.

Eder Abreu garante que a participação das polícia civil, federal, militar e também do Ministério Público e da Receita Federal, reforça o propósito que é averiguar a procedência e legalidade dessas máquinas “Caças Níqueis”. A polícia investigará agora se tais equipamentos são oriundos de contrabando. O secretário garante que embora a operação tenha sido voltada apenas para coibir essa prática, as policiais estavam autorizadas a efetuar também apreensões de drogas e até prisões de foragidos do Complexo Penitenciário do Amapá (Copen). Uma das preocupações do secretário da Sejusp, é quanto a visível presença de crianças e adolescentes, apostando nesse tipo de jogo oferecido pelos “Caças Níqueis”.

EDY WILSON SILVA



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Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.