Governador diz que o Estado não
permitirá a federalização
da Companhia de Eletricidade

Se depender do Governo do Estado, a CEA (Companhia de Eletricidade do Amapá) não será federalizada. Foi o que afirmou o governador Waldez Góes (PDT) no encerramento do IV Sipat (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho) promovido pela CEA. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 13, no Teatro Leonor Barreto Franco, do Sesi (Serviço Social da Indústria).

O governador lembrou que logo após a eleição, antes de assumir o cargo, ele procurou a direção da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para solicitar que o Governo Federal desse um voto de confiança ao novo governo que iria se instalar no Estado, a partir de 01 de janeiro deste ano.

“A Companhia de Eletricidade do Amapá tem uma função social muito grande para desempenhar. É por isso que o que depender do governo, dentro das nossas possibilidades, não faltará apoio para que a empresa possa desempenhar a sua função. E vamos continuar lutando também para que a CEA continue sendo do Estado”, disse.

Waldez Góes citou o programa Luz para Viver Melhor, como um exemplo do alcance social que a empresa pode ter.

“As demandas sociais são muito grandes e muitas das vezes as respostas dos programas implementados não vêm de imediato. Então o governo tem que estar na outra ponta para garantir um mínimo de cidadania aos menos favorecidos. É o caso deste programa que vai garantir energia de graça às famílias de baixa renda que se enquadrem nas exigências do programa”, disse. ( Joel Elias)



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Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.