Programa de interiorização da Unifap
vai ter módulos no Oiapoque e Jari

Programa de Interiorização da Universidade Federal do Amapá (Unifap) vai realizar mais um módulo nos municípios de Laranjal do Jarí e Oiapoque. O programa existe desde 1998 e este ano estava ameaçado de não ser realizado por conta dos custos de execução. Cada etapa custa 180 mil reais, dinheiro que a Unifap não dispunha para gastar.

É que, até 1999, a União repassava recursos para a manutenção do programa de interiorização. A partir daquele ano, os repasses foram suspensos e a Universidade teve de bancar os custos. Para complicar a situação, este ano o governo federal cortou parte do orçamento destinado às universidades públicas. O dinheiro cortado era justamente para pagamento de diárias e passagens e que dava suporte à interiorização.

Graças a um entendimento entre a Universidade e o Governo, o Estado repassou 110 mil reais para cobrir os custos. O dinheiro vai garantir a realização da décima etapa do Programa de Interiorização, que atende hoje cerca de 500 acadêmicos em Oiapoque e Laranjal do Jarí.

Segundo o vice-reitor, João Borges, os cursos oferecidos nos campus avançados são de Letras, Pedagogia, História, Geografia e Matemática. “95% dos alunos são professores da rede pública que atuam nos interiores. Vêem de todo o Estado e a presença deles em Oiapoque e no Jarí movimenta uma economia significativa”.

Em Laranjal do Jarí, o campus funciona em local cedido pela prefeitura do município, no bairro do Agreste. Já em Oiapoque, as aulas acontecem na Escola Joaquim Nabuco, da rede estadual de ensino.

A previsão é que as aulas iniciem em 1º de julho e prossigam até o dia 31. Os módulos acontecem sempre nos meses de janeiro, fevereiro e julho e os acadêmicos já estão em fase de elaboração dos trabalhos de conclusão de curso, requisito final para um universitário receber o diploma de graduação.

“Queremos tranqüilizar os acadêmicos e anunciar que dia 1º de julho eles poderão estar nos municípios de Oiapoque e Laranjal do Jarí para o início das aulaso”, anunciou o pró-reitor de graduação Adalberto Ribeiro.

O diretor do Departamento de Assuntos Estudantis da Unifap, professor Manoel Azevedo info5mou que o governo se mostrou favorável a apoiar a universidade na abertura de novas turmas. “Se tudo der certo, em 2004 estaremos expandindo nosso programa de interiorização”, previu. (Renivaldo Costa)

 


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Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.