Selo para produtos do Amapá
vai ser lançado na quinta-feira

O Governo do Amapá realiza na quinta-feira, 15, no monumento do Marco Zero do Equador, o lançamento do selo de Certificação de Origem dos Produtos Fabricados no Estado. A iniciativa tem a parceria do Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas do Amapá (Sebrae/AP).

Além de identificar a origem da produção, a intenção do governo é fazer com que a certificação sirva também como garantia de qualidade aos produtos que utilizarem a marca. “Esse é o nosso objetivo final: fazer com que o Selo de Origem evolua para a Certificação de Qualidade”, revelou o secretário Especial de Desenvolvimento Econômico, Alberto Pereira Góes.

Inicialmente a marca será usada nas embalagens de produtos cosméticos, alimentos, fitoterápicos, ervas finas, entre outros produtos. Uma ampla campanha publicitária na mídia ficará responsável pela difusão do selo dentro e fora do Estado. A campanha também será estendida aos shoppings, supermercados e Aeroporto Internacional de Macapá.

O secretário adiantou que a intenção do governador Waldez Góes, com a iniciativa, é criar uma identidade dos produtos amapaenses perante a população do Estado e, com isso, garantir mercado e oportunidades mais sólidas para quem implementa atividades produtivas no Amapá.

O selo, que trará uma tarja com a frase “Produtos do Meio do Mundo”, também servirá, no entender do secretário, para garantir a viabilização das tecnologias desenvolvidas pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa), aplicadas na transformação de matérias-primas da biodiversidade local na geração de novos produtos para o mercado interno e externo.

Para o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, Jurandil dos Santos Juarez, com a utilização do selo a aceitação dos produtos amapaenses tende a ser melhor. Ele lembra que por si só, os produtos oriundos da Amazônia já têm um valor agregado, exatamente por sua origem. “Então, por sermos um estado da região, precisamos aproveitar essa grande vantagem competitiva que existe no mercado internacional. E queremos fazer isso com marca própria. Uma marca da Amazônia, mas do Amapá”, disse.


 

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.