Fórum do Trabalho com resultados positivos

O Fórum Nacional de Secretários do Trabalho (Fonset) que discute, a cada três meses, as políticas voltadas à área do trabalho e avalia as ações pertinentes, obteve êxito nas suas reivindicações referentes aos recursos destinados à qualificação profissional (Planteq) e manutenção do Sistema Nacional de Emprego (Sine). A liberação dos recursos foi anunciada no 67º Fonset, ocorrido na semana passada, em Natal (RN) que contou com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini. O Amapá esteve representado pela secretária de Estado do Trabalho e da Cidadania, Anésia Nunes.

Os recursos do Governo Federal no montante de R$ 25 Milhões para o Planteq e R$ 88 Milhões para o Sine serão liberados a partir do próximo mês de outubro, do qual os estados receberão suas cotas de acordo com o solicitado nos fóruns anteriores, desde 2003, quando os recursos foram restringidos ou contingenciados.

A equipe da Setraci já está tomando todas as providências administrativas necessárias quanto a licitações e contratos de parceria, para que a qualificação profissional de trabalhadores aconteça ainda em 2004, atendendo a demanda do Sine, Plantão Social e da Justiça.

Mas a liberação desses recursos ainda não cala os secretários do Trabalho que estão montando nova estratégia para aprofundar a discussão e apresentar soluções para a problemática existente no Sistema Público de Emprego em função da falta de definição de uma política adequada para o setor.

Os secretários do Trabalho decidiram substituir o próximo Fonset por um Congresso, a fim de dar mais amplitude às discussões envolvendo também outros segmentos que possam contribuir para a definição de Políticas Públicas de Trabalho, Emprego e Geração de Renda para o país. Nesse evento os titulares da área do trabalho deverão estar acompanhados de representantes de Comissões Estaduais de Emprego e de técnicos da área. O congresso acontecerá no Rio de Janeiro, no início do mês de dezembro, próximo. De onde sairá uma proposta clara de Políticas Públicas de Emprego para o Brasil, dentro das perspectivas de crescimento econômico sem perder de vista a regionalização.

Nesse Congresso, o Fonset deverá apresentar ainda, um Plano Emergencial para a área do trabalho, onde a geração de emprego e renda possa ser impulsionada, garantindo a inserção imediata dos trabalhadores qualificados no mercado formal de trabalho ou dentro das novas alternativas, dentre elas o empreendedorismo e/ou a economia solidária.

Os secretários do Trabalho também chegaram a um consenso de que é preciso rever todos os aspectos da capacitação de trabalhadores, diante de novos estudos que apontam bastante qualificação para poucos empregos no Brasil. Sendo necessário inclusive a realização de estudos de mercado para que se possa identificar as áreas econômicas de maior referência e as oportunidades de cada região.

Para dar respostas práticas, o 67º Fonset propôs a criação nos Estados, de Observatórios de Geração de Emprego e Renda, dos quais deverão fazer parte as Universidades, as categorias profissionais, instituições que trabalham com estatísticas, pesquisa, economia, geografia, turismo dentre outros. São 27 observatórios a serem implantados em todo o Brasil, com recursos alocados na ordem de Três milhões de reais para as ações de implantação.

Para a secretária Anésia Nunes, esses observatórios serão grandes fomentadores de qualquer empreendimento em nível de Estado. A secretária da Setraci está inclusive orientando a equipe de geração de renda da secretaria a discutir com trabalhadores recentemente qualificados as novas alternativas de geração de renda. Um grupo de 17 concluintes do curso de cabeleireira já aderiu a idéia e está se organizando para, em primeira instância, buscar os encaminhamentos jurídicos necessários a formalização do grupo.

Dalvaci Dias

 


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Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.